Todos não somos demais
As organizações do PCP preparam-se para acelerar o ritmo da campanha nacional de contacto com todos os membros do Partido, que o período de férias obrigou a abrandar.
A situação obriga a uma intervenção mais exigente do PartidoFalta uma semana
A quatro meses do encerramento da campanha, não é apenas a época estival que dificulta o seu curso normal mas também a Festa do Avante, pelas exigências de trabalho que coloca aos militantes comunistas.
Entretanto, há que dizer que já muito se fez. Já foi esclarecida a situação de milhares de membros do Partido, muitos dos quais restabeleceram a sua ligação ao Partido ou estão mesmo integrados na actividade partidária e os efectivos do PCP aproximam-se hoje mais da realidade do que há na a altura em que a campanha foi decidida pela Conferência Nacional do PCP, Junho de 2002.
Mas há, ainda, muito que fazer. Assim o dizem os camaradas destacados para o acompanhamento da campanha, que vão aproveitar os dias da Festa do Avante para a realização de contactos e, quando esta acabar, a partir do dia 8 de Setembro, para imprimir-lhe uma nova dinâmica.
Reiterando linhas de trabalho já definidas e desenvolvidas na maioria das organizações, os camaradas lembram que esta é, entretanto, uma tarefa que é preciso desenvolver, no essencial, até ao fim do ano.
Manter actualização
É preciso, porém, ter em conta que a situação política e social que vivemos não augura nada de bom, há empresas que continuam a fechar - e logo, membros do Partido cuja ligação é preciso manter -, há mudanças de residência e... há vidas que acabam.
Para acompanhar todas estas situações, os responsáveis da campanha admitem a continuação em funcionamento das comissões que foram entretanto criadas e - insistem - o aproveitamento de assembleias, plenários e reuniões para a actualização constante de fichas.
Alertam, ainda, para a necessidade de se estar atento ao «facilitismo» em que, por vezes há a tentação de se cair. Ou seja, quando, por qualquer razão, não se consegue contactar um camarada, considerar que ele já não é membro do Partido. Não! É preciso continuar a procurar o camarada em causa, utilizando, todos os meios ao nosso alcance.
Mas, para já e até ao fim do ano, a questão que se põe às organizações do Partido é proceder ao contacto individual com todos os militantes, quer para a regularização da situação dos se encontram desligados quer para a discussão sobre a sua participação ou pagamento de quotas, entre outras questões. Porque todos não somos demais, diz a comissão responsável pela tarefa. Até porque a situação política e social que vivemos obriga a uma intervenção mais exigente do Partido e dos seus militantes.
Campanha de recrutamento
Falta uma semana
A campanha de recrutamento está a desenvolver-se com grande sucesso. Ou seja, o objectivo da adesão de 2 mil novos militantes até à Festa do Avante, igualmente decidido na Conferência Nacional do PCP, está em vias de ser alcançado.
Falta pouco mais de uma semana, pelo que é necessário prosseguir contactos com colegas trabalhadores, amigos, vizinhos, com todos os que se destacam na sua intervenção política e social em convergência com o ideal e projecto do PCP, para que adiram ao Partido, juntando a sua reflexão, opinião e força à força do PCP.
Entretanto, há que dizer que já muito se fez. Já foi esclarecida a situação de milhares de membros do Partido, muitos dos quais restabeleceram a sua ligação ao Partido ou estão mesmo integrados na actividade partidária e os efectivos do PCP aproximam-se hoje mais da realidade do que há na a altura em que a campanha foi decidida pela Conferência Nacional do PCP, Junho de 2002.
Mas há, ainda, muito que fazer. Assim o dizem os camaradas destacados para o acompanhamento da campanha, que vão aproveitar os dias da Festa do Avante para a realização de contactos e, quando esta acabar, a partir do dia 8 de Setembro, para imprimir-lhe uma nova dinâmica.
Reiterando linhas de trabalho já definidas e desenvolvidas na maioria das organizações, os camaradas lembram que esta é, entretanto, uma tarefa que é preciso desenvolver, no essencial, até ao fim do ano.
Manter actualização
É preciso, porém, ter em conta que a situação política e social que vivemos não augura nada de bom, há empresas que continuam a fechar - e logo, membros do Partido cuja ligação é preciso manter -, há mudanças de residência e... há vidas que acabam.
Para acompanhar todas estas situações, os responsáveis da campanha admitem a continuação em funcionamento das comissões que foram entretanto criadas e - insistem - o aproveitamento de assembleias, plenários e reuniões para a actualização constante de fichas.
Alertam, ainda, para a necessidade de se estar atento ao «facilitismo» em que, por vezes há a tentação de se cair. Ou seja, quando, por qualquer razão, não se consegue contactar um camarada, considerar que ele já não é membro do Partido. Não! É preciso continuar a procurar o camarada em causa, utilizando, todos os meios ao nosso alcance.
Mas, para já e até ao fim do ano, a questão que se põe às organizações do Partido é proceder ao contacto individual com todos os militantes, quer para a regularização da situação dos se encontram desligados quer para a discussão sobre a sua participação ou pagamento de quotas, entre outras questões. Porque todos não somos demais, diz a comissão responsável pela tarefa. Até porque a situação política e social que vivemos obriga a uma intervenção mais exigente do Partido e dos seus militantes.
Campanha de recrutamento
Falta uma semana
A campanha de recrutamento está a desenvolver-se com grande sucesso. Ou seja, o objectivo da adesão de 2 mil novos militantes até à Festa do Avante, igualmente decidido na Conferência Nacional do PCP, está em vias de ser alcançado.
Falta pouco mais de uma semana, pelo que é necessário prosseguir contactos com colegas trabalhadores, amigos, vizinhos, com todos os que se destacam na sua intervenção política e social em convergência com o ideal e projecto do PCP, para que adiram ao Partido, juntando a sua reflexão, opinião e força à força do PCP.