O amigo
Maria Vilar. 60 anos, Reformada dos CTT. Militante do PCP e dirigente do MDM. Lê o Avante! nos transportes, nos cafés, nas ruas e em casa
Apesar de reformada após 31 anos de trabalho nos Correios, Maria Vilar tem uma intensa actividade. Durante 12 anos foi presidente da Junta de Freguesia de Carnide. Faz teatro no Grupo de Teatro de Carnide. Arranja ainda tempo para fazer parte do Grupo Coral do Centro de Desporto, Cultura e Recreio dos CTT e está num projecto, na sua freguesia, de luta contra a pobreza e a exclusão social.
Quando se reformou, começou a sentir o que sentem todos os que deixam de trabalhar: «Aquela sensação de não sabermos o que fazer nos tempos livres».
Mas, em pouco tempo, esses receios foram-se dissipando. «Quando dei conta, através do Avante!, de que existe um movimento associativo muito forte em Portugal, com uma grande actividade e onde os reformados podem fazer muitas coisas, em vez de não saberem como usar o tempo para se sentirem úteis.» Por esse motivo, Maria Vilar considera o Avante! como «um bom amigo que não apenas nos faz companhia com toda a informação que nos interessa, como dá pistas a quem queira fazer algo útil e ligar-se ao movimento associativo».
Maria Vilar considera que os reformados são um sector social «muito permissivo às promessas e às mentiras de partidos e de governantes, rapidamente esquecidas após as eleições. São esses partidos que tem desgovernado Portugal. Por isso, aconselho sempre os reformados a lerem, sobretudo o Avante! . É muito interessante para esta camada etária, porque aborda os seus problemas e os temas que eles gostam de ver reflectidos, como por exemplo, as questões da saúde, principalmente para aqueles que tiveram vidas muito difíceis e sofrem mazelas que requerem cuidados médicos».
«A segurança social, as abordagens sobre as realidades dos bairros e das regiões, são temas sobre os quais o Avante! tem uma grande sensibilidade».
Para Maria Vilar, o jornal do PCP tem «um papel único na divulgação de iniciativas e convívios de reformados que atenuam um pouco os problemas das suas vidas».
Também gosta muito da forma como o Avante! aborda os problemas das mulheres e considera que «tem um papel muito importante nas lutas pela igualdade e na divulgação das reivindicações das mulheres».
Considera-se uma pessoa «muito apaixonada pelas pessoas e pelas coisas», e agrada-lhe acompanhar, nas páginas do jornal do PCP, a realidade política e social, porque aprecia «a forma como o jornal é escrito e os camaradas que o escrevem».
Campanhas de divulgação
Maria Vilar congratula-se com a decisão do PCP de se fazerem vendas de rua do Avante! «porque é importante que sejamos nós, os militantes, a levá-lo às portas das empresas, aos bairros, à rua em geral, já que muita gente que o compra, não sendo militante do Partido, poderia pensar que o jornal já não existia e nós somos a prova viva da continuidade», afirma.
Para esta activa reformada, este sector social deve, primeiro que tudo, «saber quais são os seus verdadeiros direitos porque muitas vezes não os conhecem, e esta é uma função muito importante que tem o Avante! e a sua capacidade de os dar a conhecer. É um passo importante para que os reformados passem a reconhecer quem defende realmente os seus direitos desde a primeira hora e não apenas nas campanhas eleitorais, o PCP».
Quando se reformou, começou a sentir o que sentem todos os que deixam de trabalhar: «Aquela sensação de não sabermos o que fazer nos tempos livres».
Mas, em pouco tempo, esses receios foram-se dissipando. «Quando dei conta, através do Avante!, de que existe um movimento associativo muito forte em Portugal, com uma grande actividade e onde os reformados podem fazer muitas coisas, em vez de não saberem como usar o tempo para se sentirem úteis.» Por esse motivo, Maria Vilar considera o Avante! como «um bom amigo que não apenas nos faz companhia com toda a informação que nos interessa, como dá pistas a quem queira fazer algo útil e ligar-se ao movimento associativo».
Maria Vilar considera que os reformados são um sector social «muito permissivo às promessas e às mentiras de partidos e de governantes, rapidamente esquecidas após as eleições. São esses partidos que tem desgovernado Portugal. Por isso, aconselho sempre os reformados a lerem, sobretudo o Avante! . É muito interessante para esta camada etária, porque aborda os seus problemas e os temas que eles gostam de ver reflectidos, como por exemplo, as questões da saúde, principalmente para aqueles que tiveram vidas muito difíceis e sofrem mazelas que requerem cuidados médicos».
«A segurança social, as abordagens sobre as realidades dos bairros e das regiões, são temas sobre os quais o Avante! tem uma grande sensibilidade».
Para Maria Vilar, o jornal do PCP tem «um papel único na divulgação de iniciativas e convívios de reformados que atenuam um pouco os problemas das suas vidas».
Também gosta muito da forma como o Avante! aborda os problemas das mulheres e considera que «tem um papel muito importante nas lutas pela igualdade e na divulgação das reivindicações das mulheres».
Considera-se uma pessoa «muito apaixonada pelas pessoas e pelas coisas», e agrada-lhe acompanhar, nas páginas do jornal do PCP, a realidade política e social, porque aprecia «a forma como o jornal é escrito e os camaradas que o escrevem».
Campanhas de divulgação
Maria Vilar congratula-se com a decisão do PCP de se fazerem vendas de rua do Avante! «porque é importante que sejamos nós, os militantes, a levá-lo às portas das empresas, aos bairros, à rua em geral, já que muita gente que o compra, não sendo militante do Partido, poderia pensar que o jornal já não existia e nós somos a prova viva da continuidade», afirma.
Para esta activa reformada, este sector social deve, primeiro que tudo, «saber quais são os seus verdadeiros direitos porque muitas vezes não os conhecem, e esta é uma função muito importante que tem o Avante! e a sua capacidade de os dar a conhecer. É um passo importante para que os reformados passem a reconhecer quem defende realmente os seus direitos desde a primeira hora e não apenas nas campanhas eleitorais, o PCP».