Vigília em Viseu contra política do secundário
A Associação de Estudantes da Escola Secundária Viriato, em Viseu, organizou uma vigília contra a política educativa do Governo, na quinta e sexta-feira.
Dentro de quatro tendas montadas no parque de estacionamento da escola foram colocados cartazes com as reivindicações dos estudantes, fotografias de manifestações recentes e recortes de jornais. «Não ao novo estatuto do aluno», «Não à privatização», «Educação sexual: onde estás?» eram algumas das frases expostas.
Realizou-se ainda um julgamento simbólico de David Justino, ministro da Educação. Os alunos, os professores e os pais que participaram na vigília podiam deixar comentários num «livro de presenças».
Escolas primárias
Estava marcada para ontem uma concentração em frente à Assembleia da República contra o encerramento das escolas nas zonas rurais. Professores, pais e alunos das zonas de Setúbal, Sintra, Portalegre e Litoral Alentejano preparavam-se para contestar a decisão do Governo de fechar todas as instituições com menos de dez alunos.
«Estas crianças terão de transitar para escolas de outros meios, por vezes urbanos, o que representa um grande transtorno, por exemplo ao nível dos transportes», afirmou à Lusa, a presidente do Instituto das Comunidades Educativas, Manuela Correia.
Dentro de quatro tendas montadas no parque de estacionamento da escola foram colocados cartazes com as reivindicações dos estudantes, fotografias de manifestações recentes e recortes de jornais. «Não ao novo estatuto do aluno», «Não à privatização», «Educação sexual: onde estás?» eram algumas das frases expostas.
Realizou-se ainda um julgamento simbólico de David Justino, ministro da Educação. Os alunos, os professores e os pais que participaram na vigília podiam deixar comentários num «livro de presenças».
Escolas primárias
Estava marcada para ontem uma concentração em frente à Assembleia da República contra o encerramento das escolas nas zonas rurais. Professores, pais e alunos das zonas de Setúbal, Sintra, Portalegre e Litoral Alentejano preparavam-se para contestar a decisão do Governo de fechar todas as instituições com menos de dez alunos.
«Estas crianças terão de transitar para escolas de outros meios, por vezes urbanos, o que representa um grande transtorno, por exemplo ao nível dos transportes», afirmou à Lusa, a presidente do Instituto das Comunidades Educativas, Manuela Correia.