Em defesa do Ensino Especial
Professores, educadores, pais e alunos do Ensino Especial manifestaram-se, na quinta-feira, dia 5, frente ao Ministério da Educação, contra as medidas do executivo governamental para o sector.
Depois de se terem reunido em «tribunal de opinião pública», no Instituto Franco-Português, convocado pela Federação Nacional dos Professores, desfilaram em fila indiana até ao ME, para reclamarem apoios condignos para aquele sub-sistema e exigirem a efectiva implementação de um conjunto de medidas que privilegiem o ensino inclusivo.
Na «sentença» emitida, o «tribunal» repudiou o conjunto de alterações que o Governo se prepara para fazer ao quadro legal do Ensino Especial e à Lei Fundamental do Sistema Educativo, visando, no essencial, desresponsabilizar o Estado das suas funções sociais nesta matéria. Ainda segundo o mesmo documento, a situação vivida ao nível dos equipamentos escolares e dos recursos financeiro e humanos revela constrangimentos que impedem o aprofundamento da escola «pública, democrática, de qualidade e inclusiva», tal como a defendem, ao abrigo da Constituição Portuguesa e das convenções e tratados internacionais, os diversos agentes educativos.
Depois de se terem reunido em «tribunal de opinião pública», no Instituto Franco-Português, convocado pela Federação Nacional dos Professores, desfilaram em fila indiana até ao ME, para reclamarem apoios condignos para aquele sub-sistema e exigirem a efectiva implementação de um conjunto de medidas que privilegiem o ensino inclusivo.
Na «sentença» emitida, o «tribunal» repudiou o conjunto de alterações que o Governo se prepara para fazer ao quadro legal do Ensino Especial e à Lei Fundamental do Sistema Educativo, visando, no essencial, desresponsabilizar o Estado das suas funções sociais nesta matéria. Ainda segundo o mesmo documento, a situação vivida ao nível dos equipamentos escolares e dos recursos financeiro e humanos revela constrangimentos que impedem o aprofundamento da escola «pública, democrática, de qualidade e inclusiva», tal como a defendem, ao abrigo da Constituição Portuguesa e das convenções e tratados internacionais, os diversos agentes educativos.