Breves
Oportunidade perdida em Lisboa

Na quinta-feira, 12, foi aprovado o projecto de arquitectura para a obra de alterações e ampliação do conhecido «quarteirão da Suiça», localizado entre a Praça do Rossio e a Praça da Figueira, que prevê a adaptação do espaço ao uso comercial na sua totalidade, mantendo a «Pérola do Rossio» que integra o programa «Lojas com História».

O PCP votou contra este mega-empreendimento comercial, por não revitalizar o centro histórico de Lisboa. Segundo os vereadores comunistas, esta foi mais uma «oportunidade perdida de dotar o centro da cidade de uma multifuncionalidade desejável que mantenha a cidade habitada e vida, preservando o património e a história da cidade».


Novo edifício do IPO

No dia 10 de Novembro, a Assembleia Municipal de Lisboa aprovou, por unanimidade, uma proposta do Partido Ecologista «Os Verdes» para que a autarquia promova diligências junto do Governo, em particular dos ministérios da Saúde e das Finanças, para garantir o financiamento do montante necessário para a construção do novo edifício do IPO de Lisboa, no terreno cedido pelo município nas imediações da Praça de Espanha, nomeadamente, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência – Recuperar Portugal 2021-2026 e no PNI 2030 – Programa Nacional de Investimentos 2030.


Reivindicações para o Funchal

No âmbito do Estatuto do Direito da Oposição, e após reunião com o presidente da Câmara Municipal do Funchal, a CDU apresentou na sexta-feira, 13, as prioridades que devem constar no próximo orçamento da autarquia. Herlanda Amado, eleita da CDU, referiu que o concelho do Funchal «continua a ser marcado por assimetrias diversas que condicionam um desenvolvimento equilibrado», sendo as Zonas Altas e Super Altas disso exemplo.

«A necessidade de requalificação e reordenamento da malha habitacional/urbana existente, acompanhada da instalação de equipamentos de apoio e da melhoria das acessibilidades e a criação de melhores condições para o acesso à rede de transportes públicos, embora reconhecida, não tem merecido o esforço financeiro de investimento adequado, nem a vontade política para concretizar medidas efectivas», aponta a eleita. Nesse sentido, reclamou «uma verdadeira inversão das prioridades do orçamento, com o objectivo de canalizar investimentos públicos para as localidades e áreas menos desenvolvidas, áreas urbanas degradadas, bairros sociais, combatendo assimetrias, dinamizando a vida e o tecido económico e social local, envolvendo as empresas locais, outros parceiros sociais e combatendo a exclusão».


Problemas em Cascais

Na visita realizada ao Bairro da Madorna, em São Domingos de Rana, os eleitos da CDU depararam-se com o descontentamento dos moradores relativamente à falta de manutenção do espaço público, onde a deficiente limpeza e a degradação do mobiliário urbano são por demais evidentes, bem como a necessidade de intervenção nos edifícios de habitação da autarquia. Clemente Alves, vereador do PCP, reclamou entretanto a intervenção da Câmara de Cascais naquele bairro para que se resolvam os problemas referenciados pelos munícipes.


Intervir por Gaia

Na última Assembleia Municipal de Gaia, a CDU, no período antes da ordem do dia, criticou o atraso no processo de reposição das freguesias extintas pelo governo PSD/CDS, «situação que o Governo PS tem mantido» e questionou o executivo sobre as suas acções e intenções no que respeita à resposta aos problemas causados pela pandemia. A Coligação PCP-PEV apresentou propostas concretas no sentido de ser assegurada educação, saúde e transportes para toda a população e reclamou a resolução dos problemas de habitação no concelho.


Propostas para Barcouço

Recuperação das fontes de Barcouço, Mealhada, e recuperação do Largo de Pisão são duas das propostas apresentadas por Cátia Silva, eleita da CDU na Junta de Freguesia, que, se aceites, poderão integrar o próximo orçamento da autarquia.