Cem anos a construir futuro

Com o tema «Centenário do PCP – o futuro tem Partido» decorreu, no Fórum, domingo à tarde, o debate moderado por Adelaide Pereira, do Comité Central, com intervenções iniciais de Manuela Pinto Ângelo, Manuel Rodrigues, respectivamente do Secretariado e da Comissão Política do Comité Central, e Inês Rodrigues, da Comissão Política da Direcção Nacional da JCP.

Manuel Rodrigues abordou o tema «cem anos de luta ao serviço do povo e da pátria», dando relevo a momentos particularmente significativos da luta do PCP ao longo de 100 anos, desde a sua fundação a 6 de de Março de 1921. Lembrou o papel do PCP na resistência ao fascismo, na Revolução de Abril, na resistência à contra-revolução em defesa das conquistas de Abril, na luta pela ruptura com a política de direita e por uma alternativa patriótica e de esquerda, parte integrante da luta por uma democracia avançada vinculada aos valores de Abril, indissociável da luta pelo socialismo e o comunismo.

Seguiu-se a intervenção de Manuela Pinto Ângelo, que deu destaque aos principais momentos e iniciativas do programa das comemorações do Centenário, valorizando, em particular, o Comício do 99.º aniversário do PCP com que se deu início às comemorações e o Comício do Centenário que se realizará no Campo Pequeno em Lisboa a 6 de Março de 2021. Referiu ainda o diversificado conjunto de iniciativas deste programa, que incluirá a edição do livro «100 anos de luta ao serviço do povo e da pátria, pela democracia e o socialismo» e de um documentário sobre os 100 anos do Partido, um ciclo de debates e muitas outras actividades, abrangendo todas as vertentes da intervenção do PCP, as suas características, objectivos e projecto.

Finalmente, interveio Inês Rodrigues, que abordou as lutas da juventude tendo sempre na sua vanguarda o PCP e a JCP, salientando que «nenhum avanço, nenhuma conquista da juventude e do povo pode ser separada da história de luta e da intervenção do PCP. Uma luta onde os jovens comunistas assumem um papel fundamental de vanguarda e onde muitos outros jovens, não se reconhecendo como comunistas, confiam e reconhecem a justiça e a verdade do projecto que apresentamos, e se juntam a nós, dando-nos mais força.»

Seguiu-se um período de debate, com alguns dos participantes (num espaço com todos os lugares ocupados e em total respeito pelas normas sanitárias) a desenvolverem reflexões e a colocarem questões sobre aspectos da intervenção do PCP ao longo dos 100 anos.




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