«Bloco central acaba com debates quinzenais»

(Título, CM, 24.7.20)

 

«Rui Rio disse há poucas semanas que os debates quinzenais impedem o primeiro-ministro de trabalhar, como se submeter-se ao escrutínio do poder legislativo fosse uma desprezível distracção na agenda ocupada do chefe omnisciente e todo-poderoso.»

Susana Peralta, Público, 24.7.20)

 

 

«Aos que sinceramente se preocupam com os destinos da liberdade e do regime democrático é necessário lembrar-lhes que a política da apologia da antipolítica foi e continua a ser o caldo de cultura no qual se desenvolvem forças fascistas e fascizantes e que fascismo e anticomunismo se alimentam como irmãos siameses».

(Domingos Abrantes, Expresso, 25.07.20)

 

«(…) o perigo que está em desenvolvimento não é os comunistas hegemonizarem a memória da resistência, é serem apagados dessa memória apesar do seu papel único na resistência, terem pago um preço alto em clandestinidade, prisões, torturas e perdas de vidas sem comparação com qualquer outra força política, chegando a ser 90% dos presos.»

Idem, ibidem

 

Os vírus atacam com mais eficácia os mais frágeis e os mais desprotegidos. Gente que foi abandonada pelo Estado e deixada à sua própria sorte. Gente que, antes de ouvir sequer falar no novo coronavírus, já vivia uma pandemia de abandono.»

(Anselmo Crespo, Diário de Notícias, 25.7.20)

 

«Novo Banco vendeu 13 mil imóveis a preço de saldo a fundo nas ilhas Caimão»

Manchete do Público, 28.7.20)

 

«As casas e os terrenos alienados foram comercializados [pelo Novo Banco] por um preço (364 milhões de euros) muito abaixo do preço pelo qual foram avaliadas (631 milhões), pelo que foi o Fundo de Resolução, a pedido do banco, a colmatar as perdas»

Amílcar Correia, Público, 28.7.20)

 

«Estamos perante uma impunidade que não pode ser ignorada, sob pena de o Novo Banco se transformar num “abutre” do erário.»

Idem, ibidem