Intensificar a luta para combater a exploração

A Comissão Executiva do Conselho Nacional da CGTP-IN analisou, segunda-feira, 18, a evolução da situação económica, social e laboral do País. Entre «lacunas dos apoios, erros no desenho das medidas introduzidas e um crescente desequilibro a favor do capital», a Intersindical deu o exemplo de «trabalhadores que estão a cair em situação de pobreza», nomeadamente através dos cortes nos salários (mais de um milhão) e do desemprego (principalmente com vínculos precários).

Há ainda casos de empresas que estão a «violar direitos elementares dos trabalhadores», desde a questão de segurança e saúde no local de trabalho, à violação do direito às férias, a alterações unilaterais de horários de trabalho, aos abusos e ilegalidades na utilização de teletrabalho e à acumulação do regime de lay-off com a actividade normal.

«Será a luta nos locais de trabalho e nos sectores que forçará a inversão do rumo que está a ser empreendido pelo grande capital», assegura a CGTP-IN. Entre várias acções concretas, destaque para a realização, hoje, 21, às 18h00, de uma marcha pelo emprego em Sines, e de uma greve prevista para os CTT, no dia 29 de Maio.




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