A adjudicação da obra do novo hospital estava prevista para Janeiro
Cuidados de Saúde em Évora mais precisos do que nunca

RESPOSTA Continua por adjudicar a obra do novo Hospital Central do Alentejo e os cuidados de saúde primários tardam em ser repostos e reforçados no distrito de Évora, denuncia o PCP.

O alerta é da Direcção da Organização Regional de Évora (DOREV) do Partido, que, em comunicado divulgado dia 13, informou que o Grupo Parlamentar do PCP questionou o Governo sobre ambas as questões.

Quanto ao novo hospital, lamenta-se que «a adjudicação da obra ainda não tenha ocorrido, apesar de o Governo se ter comprometido publicamente com um calendário que apontava para o passado mês de Janeiro». Além do mais, nota-se, o surto epidémico não pode ser pretexto para adiar a construção daquela infra-estrutura. Pelo contrário, mostra a urgência da sua concretização, considera também a DOREV, que reclama a constituição imediata do Grupo de Trabalho para tratar das diversas questões que há ainda por resolver (…), envolvendo as diversas entidades que podem dar um contributo para a sua boa execução, como são o caso da CCDR, da Universidade de Évora e da Câmara Municipal de Évora».

Quanto aos centros e extensões de saúde no distrito de Évora, o PCP «reclamou do Governo medidas para a sua reposição e reforço» e sublinhou «os impactos na saúde das populações das decisões tomadas nos últimos meses, com a redução dos horários de atendimento, a suspensão de cuidados médicos ou mesmo o encerramento daqueles serviços, sobretudo nas freguesias das zonas rurais».

Audição aos bombeiros

Também a semana passada, a DOREV do PCP promoveu uma audição em que participaram a esmagadora maioria das associações de bombeiros da região, bem como da sua federação distrital. A iniciativa permitiu recensear os problemas e identificar as soluções, entre os quais o subfinanciamento das corporações, que se agravou no actual contexto de pandemia, a falta de envolvimento dos «soldados da paz» na definição das respostas a várias situações, incluindo ao surto epidémico, a falta de incentivos ao voluntariado ou de protecção social dos bombeiros.

O PCP, por seu lado, comprometeu-se a «dar voz» às reclamações dos bombeiros e bater-se pela sua resolução.




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