A declaração de calamidade não suspende, muito menos suprime, direitos laborais, sociais e políticos. Nem, nunca, estes direitos prejudicaram o combate à covid-19. Prejudicariam, isso sim, o curso da propagação da pandemia do medo (...)”

(Santana Castilho, Público, 13.5.20)

 

As circunstâncias onde as pessoas nascem, vivem e trabalham continuam a determinar fortemente a sua possibilidade de ter uma vida longa e saudável.”

(Joana Alves, Público, 14.5.20)

 

Sobre esta matéria, o comportamento dos EUA, na sua curta existência, foi diametralmente oposto ao da China, que na sua vida milenar mostrou relutância em usar a opção militar em primeiro lugar. A China não travou uma única grande guerra nos últimos 40 anos.”

(Carlos Branco, O Jornal Económico, 15.5.20)

 

Ninguém proibiu as celebrações comunitárias [do 13 de Maio, em Fátima]. Foi a Igreja que assumiu.”

(António Marto, bispo de Leiria-Fátima,
Rádio Renascença, 15.5.20)

 

Procurar que o dinheiro investido [no Novo Banco] tenha uma contrapartida nos direitos de decisão, que é como quem diz, evitar a bizarria da TAP em que o Estado detém 50% do capital e apenas 5% dos direitos de decisão (...).”

(Susana Peralta, Público, 15.5.20)

 

O atual ‘projeto europeu’ é, como não podia deixar de ser, um projeto colonialista, dentro da própria Europa.”

(Miguel Judas, Sol, 16.5.20)

 

Todos esperamos que a abertura [das escolas] seja também o momento mais marcante e de maior sucesso desta nova fase de desconfinamento, para que a escola cumpra a sua mais nobre função: ser um lugar de encontros e não de distanciamentos.”

(Manuel Molinos, Jornal de Notícias, 18.5.20)

 

[O primeiro-ministro húngaro Victor] Orbán vai governar por decreto até Junho.”

(Título, Público, 19.5.20)