Para nós, a questão fundamental é a defesa dos direitos dos trabalhadores em todas as circunstâncias.”

(Isabel Camarinha, Sábado, 29.4.20)

 

Os protestos em Itália não foram malvistos. Foi através de algumas greves que se conseguiu que fossem implementadas medidas de saúde pública nas fábricas e em ‘call centers’. Também assistimos a greves dos trabalhadores da Amazon, pelo facto de a empresa não garantir a segurança dos trabalhadores.”

(Guya Accornero, Negócios Weekend, 30.4.20)

 

Quando comparado com outros países europeus, os profissionais do SNS trabalham mais horas e recebem menos, têm menos direitos. Lá fora, são heróis; cá dentro, ouvem do Governo que ‘não é momento para se pensar em compensações ou subsídio de risco’.”

(Rita Rato, Visão, 30.4.20)

 

Depois, temos [em África] uma demografia única no mundo, com uma média de idades à volta dos 19 anos.”

(Carlos Lopes, Público, 4.5.20)

 

O 1º de Maio de 2020 da CGTP prova que a organização sindical tem algo a dizer a muitos trabalhadores que, no desemprego ou em lay-off, viram nessa manifestação uma instituição com força efetiva, capaz de os ajudar.”

(Pedro Tadeu, TSF, 4.5.20)

 

Não me indigno com as comemorações do 1.º de Maio nem com os dirigentes da CGTP — de resto, alguns deles são também católicos.”

(Raquel Abecassis, Público, 4.5.20)

 

Resta, no entanto, saber se a reestruturação da dívida seria determinada e controlada pelos países credores (e acompanhada de mais austeridade) ou pelos países devedores (como deveria).”

(Ricardo Cabral, Público, 4.5.20)

 

A proposta de enclausurar em casa o secretário-geral de um dos cinco principais partidos portugueses [Jerónimo de Sousa, do PCP] é coisa que não lembraria a ninguém, mas lembra a muitos nestes dias.”

(Daniel Oliveira, TSF, 5.5.20)