“Garantir condições de saúde não pode significar que o privilégio de hospitais privados seja só para alguns. Aumentar a produção tem mesmo que significar aumento da quantidade de produtos e não maior preço ou lucro.”

(João Pedro Ferreira, Público online, 25.3.20)

 

“A paralisia europeia só não é amadorismo porque, quando se trata de agitar a batuta da austeridade para fazer cumprir os pactos orçamentais, Bruxelas encontra sempre forma de convocar o espírito da União.”

(Pedro Ivo Carvalho, Jornal de Notícias, 25.3.20)

 

“O momento é particularmente propício para testar o papel do Estado e das instituições democráticas perante a hegemonia do mercado e da narrativa neoliberal.”

(Elísio Estanque, Público, 25.3.20)

 

Hospitais privados pedem ‘pagamento imediato’ de dívidas.

(Título, Público, 26.3.20)

 

“Nem sequer vale a pena tentar dourar a pílula. Foram suficientemente parcos e ambíguos os resultados da reunião do Eurogrupo de terça-feira passada para que dela tivesse saído um qualquer sinal positivo de que a União Europeia vai conseguir sobreviver a este tremendo abalo que corre o risco de transformar a crise do euro numa boa recordação.”

(Teresa de Sousa, Público, 26.3.20)

 

“Esta crise não vai ser uma oportunidade, nunca são oportunidades iguais para todos, partimos de metas muito diferentes.”

(Rita Rato, Visão, 26.3.20)

 

“(...) que legitimidade têm câmaras municipais para promover testes de laboratórios privados, um dos quais propriedade de um ex-presidente de uma delas (Gaia)?”

(Manuel Loff, Público, 26.3.20)

 

“A verdade é que a primeira reacção da Europa foi fechar as fronteiras com Itália. E a primeira ajuda além fronteiras transalpinas chegou da... China – equipas de médicos com maior experiência no combate ao surto de coronavírus.”

(Mário Ramires, Sol, 28.3.20)

 

“Portanto, nas condições actuais, este tipo de ensino — o ensino à distância, de forma prolongada, na escola pública — não garante a aprendizagem em moldes universais e equitativos.”

(Pedro Santos Maia, Público online, 30.3.20)

 

“Neste contexto, estas regras do Tratado Orçamental são bem mais repugnantes do que as lamentáveis declarações do ministro das Finanças holandês. Repugnantes porque significam que a vida de um alemão vale mais do que a de um português.”

(Manuel Esteves, Negócios, 30.3.20)