Breves
PENICHE
Urgência básica tem de reabrir

O encerramento da Urgência Básica do Hospital de Peniche, na sequência da detecção de casos de COVID-19 entre os profissionais que asseguram o seu funcionamento, constitui um muito grave desenvolvimento no acesso da população aos cuidados de saúde, justamente no momento em que estes são mais necessários, nota a Comissão Concelhia de Peniche do PCP. Neste contexto, acrescenta, é urgente que se tomem medidas para garantir «todas as condições de protecção e segurança sanitária em todas as instalações do Hospital de Peniche e Centros de Saúde do concelho» e a reabertura, o mais rapidamente possível, da Urgência Básica, designadamente «com a deslocação de profissionais de outros hospitais, mesmo que fora do Centro Hospitalar do Oeste, ou de profissionais que se voluntariaram para assegurar serviços de saúde durante este período».

A Comissão Concelhia de Peniche do PCP reclama, ainda, «um plano de contingência que assegure, durante o encerramento, o reforço dos meios técnicos e humanos nos Centros de Saúde do concelho, garantindo assim, com segurança, alguns dos cuidados de saúde de urgência básica», e «o reforço dos meios de socorro afectos ao concelho de Peniche», por forma a que se mantenha «o rápido socorro e transporte de doentes urgentes para outras unidades hospitalares durante o encerramento da Urgência Básica.

Em comunicado à imprensa divulgado dia 28, os comunistas penichenses informaram, também, que o vereador Rogério Cação, eleito pela CDU, está em contacto com a Presidência da Câmara Municipal de Peniche no sentido de aferir quais as diligências que esta está a desenvolver, nomeadamente junto da Administração do Centro Hospitalar do Oeste e do Ministério da Saúde, para a urgente resolução deste problema. Os deputados do PCP na Assembleia da República já questionaram o Governo sobre que medidas urgentes são possíveis de tomar para garantir o normal funcionamento do Hospital de Peniche e da sua Urgência Básica.


PORTALEGRE
Apoiar a produção

A produção e transformação de produtos agroalimentares por parte dos pequenos e médios produtores tem de ser garantida, questão de vital importância quando, ao défice agro-alimentar do País, se juntam agora restrições comerciais existentes a nível global, considera a Direcção da Organização Regional de Portalegre (DORPOR) do PCP.

O apoio aos pequenos produtores é tanto mais pertinente quanto se sabe que «os espaços públicos habituais de comercialização directa, nomeadamente mercados municipais, se encontram encerrados, pelo que uma boa medida seria a sua reabertura com acesso condicionado, sugere ainda a DORPOR.