Mas é bom termos consciência do que significa declarar o estado de emergência, por mais sedutora que nos pareça a ideia, e é bom termos a noção de que este domingo longo em que mergulhou a nossa rotina pode durar meses.”

(Pedro Ivo Carvalho, Jornal de Noticias, 18.3.20)

 

Patrões querem legalizar antecipação de férias.”

(Título, Negócios, 18.3.20)

 

É fundamental que o princípio da precaução seja atendido, na altura de escolher a localização do novo aeroporto de Lisboa.”

(João Fonseca, Público, 18.3.20)

 

Com o medo de ficarmos contaminados ou a angústia de vermos adoecer familiares e amigos, esquecemos rapidamente o vírus da xenofobia desumana que se abateu sobre milhares de refugiados, algures entre a Grécia e a Turquia.”

(Santana Castilho, Público, 18.3.20)

 

A atual administração [de Donald Trump] reduziu apoios a instituições internacionais, como a Organização Mundial da Saúde, e deixou bem claro ao mundo que os EUA não têm amigos verdadeiros – só têm interesses.”

(Yuval Noah Harari, Visão, 19.3.20)

 

A chegada a Itália, vinda da China, de uma equipa de médicos experientes, com ventiladores para doentes críticos, é um imperativo dedo de acusação ao novo fracasso, sem apelo nem agravo, da União Europeia.”

(Viriato Soromenho-Marques, Diário de Notícias, 21.3.20)

 

Preponderando entre dois governantes de irresponsabilidade criminosa, Trump e Bolsonaro, esta América dos políticos convidou com pompas imbecis o novo vírus.”

(Valter Hugo Mãe, Jornal de Notícias, 22.3.20)

 

Após o surto, tenderemos a normalizar as nossas relações mas, espero eu, com muito mais consciência, em todos os níveis.”

(Heloísa Apolónia, Jornal de Notícias, 22.3.20)

 

Todos sabem que o número de mortos no Brasil será enorme devido à irresponsabilidade do Governo federal e do Presidente [Bolsonaro]. Mas ninguém consegue prever o futuro político do país.”

(Sérgio Treffaut, Público, 24.3.20)