Breves
ÉVORA
Protesto em escola

A Comissão Concelhia de Évora do PCP reiterou à administração central a exigência de contratação de funcionários. A reivindicação voltou a lume depois de, no passado dia 5, trabalhadores não docentes da Escola Básica Manuel Ferreira Patrício terem protestado, à porta do estabelecimento, contra a falta de pessoal. Os auxiliares denunciaram que, caso nada seja feito, o risco de encerramento da escola é iminente.

O Partido recorda, neste contexto, que «desde o início deste ano lectivo, já encerraram totalmente o Centro de Apoio à Aprendizagem e o Pavilhão Gimnodesportivo, e parcialmente o serviço de atendimento e a biblioteca», estando «seriamente comprometidos a limpeza das salas, o funcionamento da cozinha e dos serviços administrativos».


MADEIRA
Trabalho e produção

O PCP denunciou, a semana passada, em iniciativa realizada junto à empresa de transporte urbano Horários do Funchal, com a presença do deputado à Assembleia Legislativa Regional, Ricardo Lume, que PSD e CDS voltaram a chumbar uma proposta do Partido que impunha o horário de trabalho semanal normal para as 35 horas no sector empresarial público regional.

Além de corresponder a uma reivindicação dos trabalhadores, a iniciativa comunista visava acabar com as desigualdades em matéria de horário dentro daquela e de outras empresas públicas e de capitais mistos, referiu Ricardo Lume, lembrando ainda que, como no caso dos 25 dias de férias, primeiro chumbado e depois aprovado em resultado da luta dos trabalhadores e da persistência do PCP, também, no caso da jornada de trabalho a acção reivindicativa aliada à iniciativa do PCP são o caminho a prosseguir.

Já no final de Janeiro, na Calheta, o Coordenador Regional do PCP, Edgar Silva, contactou com produtores locais. Na iniciativa defendeu uma proposta apresentada pelo Partido na Assembleia da República para a redução para metade do imposto sobre o «Rum da Madeira», medida que, se fosse aprovada, «teria um forte impacto positivo, favorável ao sector produtivo regional e importante para a promoção do cultivo, comercialização e transformação da cana de açúcar na ilha», traduzindo-se, assim, «na defesa da capacidade produtiva e dos produtores desta região insular e ultraperiférica».