Os valores da renda são completamente incomportáveis para a maioria das famílias. Uma família que receba o salário mínimo não consegue pagar uma renda de mil ou 1100 euros na periferia de Lisboa e do Porto.”

(Romão Lavadinho, Associação
de Inquilinos Lisbonenses, i, 31.10.19)

 

Não deixa de ser irónico que seja o Ministério que nunca foi capaz de proteger de forma eficaz e preventiva a floresta das Áreas Protegidas, há muito sob a sua exclusiva tutela (…), que passa agora a tomar conta de toda a floresta...”

(Agostinho Lopes, O Jornal Económico, 31.10.19)

 

É difícil conceber como deputados portugueses eleitos ao Parlamento Europeu conseguem votar negativamente ou abster-se, relativamente a uma matéria humanitária tão pungente quanto uma proposta que permitiria salvar pessoas através da criação de mecanismos europeus de protecção de vidas no Mediterrâneo.”

(Miguel Guedes, Jornal de Notícias, 1.11.11)

 

Viver com 600 euros, ou mesmo 750, é não ter condições mínimas de dignidade. Isto tem de ser dito.”

(Diogo Agostinho, Expresso. 2.11.19)

O problema da Catalunha não é um problema de nacionalismo, é um problema que resulta do facto de o sistema político espanhol não ter sido capaz de canalizar democraticamente (…) as aspirações que foram crescendo com o tempo e à medida que esse sistema político se ia revelando disfuncional.”

(Daniel Innerarity, Público, 2.11.19)

 

Disse-se aos cidadãos que era altura de sacrifícios. Trabalhar mais. Pagar mais impostos. Adiar sonhos. O resultado seria bom para todos. Uma década depois, apenas alguns sorriem. A desigualdade social explodiu.”

(Vítor Belanciano, Público P2, 3.11.19)

 

Ora, hoje, verificamos estar a produzir-se o surgimento das consequências notórias do desinvestimento e do subfinanciamento do SNS.”

(Mário Jorge Neves, Público, 4.11.19)