Aconteu
Rumo aos Olímpicos de 2020

Portugal terminou no domingo, 25, os mundiais de canoagem da Hungria com o objectivo cumprido de seis vagas para Tóquio2020, acrescidas de mais uma que vai marcar a estreia da modalidade nos Jogos Paralímpicos.

Fernando Pimenta chegou a Szeged ostentando os títulos mundiais de K1 1000 e 5000, acabando por sair com a medalha de bronze em ambas as categorias. Com as duas medalhas de Pimenta, Portugal ficou em 19.º no mundial que reuniu um recorde de 102 países e 1300 canoístas.

Destaque também para o K4 500 de Emanuel Silva, João Ribeiro, Messias Baptista e David Varela, primeiro com apuramento para a final e depois com o sexto lugar – classificavam sete para Tóquio –, a somente 15 centésimos da medalha de bronze.

Norberto Mourão, que se sagrou vice-campeão do Mundo em VL2 200 metros, vai estrear a modalidade dos Jogos Paralímpicos.


«Vallibonavenatrix cani» encontrado na Península Ibérica

Uma nova espécie de dinossáurio carnívoro foi identificado na província de Castellon, Espanha, o primeiro representante do grupo na Península Ibérica a que deram o nome de «Vallibonavenatrix cani».

A espécie, que habitou aquele território há 125 milhões de anos, pertence ao grupo dos dinossáurios carnívoros que se caracteriza por um crânio e dentes que têm semelhança com os crocodilos e pelas espinhas neurais altas em algumas das vértebras.


Siza Vieira na Feira Internacional de Mobiliário da China

Segundo anunciou no passado dia 22 a Direcção-Geral das Artes (DGArtes), Álvaro Siza Vieira vai ter um pavilhão próprio na Feira Internacional de Mobiliário da China, que abre a 8 de Setembro, em Xangai. O espaço é dedicado ao trabalho do arquitecto português e tem como tema: «Desenhado por humanos: do modernismo de Álvaro Siza ao futuro digital».

De acordo com a DGArtes, Álvaro Siza Vieira foi escolhido para este projecto pela sua «posição humanista, a sua ligação com os princípios da escola de arquitectura Bauhaus, o seu espírito independente e a sua forte relação com a China».


Escavações na antiga cidade romana de Balsa

Uma nova campanha de escavações arqueológicas foi iniciada, no passado dia 19 de Agosto, na antiga cidade romana de Balsa, no concelho de Tavira. Os trabalhos, que se prolongarão nos próximos três anos, visam «perceber qual a real extensão e os limites de Balsa», segundo João Pedro Bernardes, docente na Universidade do Algarve e responsável científico pelo projecto.

Balsa foi descoberta em 1876 pelo arqueólogo tavirense Estácio da Veiga, na zona da freguesia da Luz, onde efectuou as primeiras pesquisas após relatos de achados por parte da população.



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