Redução do IVA da electricidade

Depois de terem votado favoravelmente na Madeira a proposta de lei da Assembleia Legislativa daquela Região Autónoma para redução do IVA da electricidade, PS, PSD e CDS viraram o sentido de voto e inviabilizaram na AR o diploma, com o primeiro a votar contra e os outros dois a optarem pela abstenção.

Reconhecendo que a medida tem «impacto orçamental relevante», o deputado comunista Paulo Sá salientou contudo que a «prioridade deve ser a resolução dos problemas das pessoas e do País, e não, como tem sido a opção do PS e do seu Governo, a redução acelerada do défice orçamental, o qual, de acordo com os mais recentes dados, já não é défice mas sim excedente».

O parlamentar comunista sublinhou por isso que a grande questão no momento é a de avançar e não andar para trás, avançar na resposta aos problemas dos trabalhadores e do povo, pelo que «reduzir o IVA da electricidade para seis por cento, revertendo integralmente a gravosa medida do anterior governo PSD/CDS, é uma medida justa, necessária e possível».




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