Defender a ferrovia em Coimbra

Na acção contra o encerramento da Estação Nova e em defesa da Baixa de Coimbra, que se realizou no dia 12 de Abril, Isabel Souto, candidata da CDU às eleições para o Parlamento Europeu, sublinhou que destruir a ferrovia é uma opção contra o equilíbrio ambiental. Laura Tarafa, também ela candidata, apelou à continuação da luta das populações e ao reforço da Coligação PCP-PEV como forma de dar resposta às reivindicações das populações dos concelhos afectados e travar este retrocesso.

A iniciativa contou ainda com as palavras de Ana Mesquita, deputada comunista na Assembleia da República (AR). No protesto, relembrou os projectos de resolução aprovados na AR que previam a reposição, electrificação e modernização da linha do ramal da Lousã, a extinção da sociedade Metro Mondego e a devolução do seu património ao domínio público municipal e ferroviário.

Intervieram, também, João Pires, dirigente do PCP, e Francisco Queirós, vereador da CDU na Câmara de Coimbra. O eleito salientou a importância da Estação e relacionou a opção de encerramento com a submissão aos interesses do imobiliário que têm condicionado o desenvolvimento da cidade. Alertou, igualmente, para o efeito negativo que o projecto Metrobus pode vir a ter para os SMTUC. O Metrobus poderá vir a significar a privatização de parte dos transportes públicos de Coimbra e será acompanhada pelo aumento de preços e consequente limitação de acesso.




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