Breves
Militares, GNR e PM lutarão com razão

As associações profissionais de militares, da Guarda Nacional Republicana e da Polícia Marítima reafirmaram-se convictas de que a razão lhes assiste e declararam que «não deixarão de lutar por medidas que venham corrigir as consequências do tempo de congelamento na progressão das carreiras dos profissionais destes sectores».
No dia 7, num comunicado conjunto, a Associação Nacional de Sargentos, a Associação dos Profissionais da Guarda, a Associação de Oficiais das Forças Armadas, a Associação Sócio-Profissional da Polícia Marítima e Associação de Praças criticam «uma verdadeira mistificação do problema», que tem «o intuito claro e objectivo de confundir os cidadãos, assim evitando enfrentar com coragem e rigor as possíveis soluções».
As associações afirmam-se «disponíveis para que, em processo negocial, se encontre o melhor modo e prazo para a recuperação do tempo de serviço que esteve congelado, cumprindo desta forma o preceituado no artigo 19.º da Lei do OE para 2018».


Embargo contra precariedade

«Enquanto agente envolvido na operacionalização das CAB-CTES» (comissões de avaliação bipartidas na Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, criadas no âmbito do programa PREVPAP), com «cerca de 3500 horas de trabalho» consumidas na preparação e participação em 140 reuniões daquelas estruturas, a Fenprof condenou «o embargo do Governo à redução da precariedade laboral na Administração Pública».
Numa nota de dia 2, a federação denunciou «o bloqueio ministerial às homologações e a transformação do PREVPAP num artifício para, a pretexto de regularizar umas poucas centenas de trabalhadores, branquear sem interromper a política de recurso à precariedade laboral, que continua a assegurar o funcionamento das entidades e a consumir a vida de milhares de trabalhadores nos politécnicos, universidades, institutos públicos, centros de investigação e laboratórios do Estado».