“Vamos retirar de perto da administração pública federal todos aqueles que têm marca ideológica clara.”

(Onyx Lorenzoni, ministro de Jair Bolsonaro,
Jornal de Notícias, 3.1.19)

“Morreram 2262 refugiados no mar Mediterrâneo em 2018.”

(Título, Público, 4.1.19)

“O PS fez uma política de terra queimada [em Almada], lançando suspeições infundadas sobre a gestão anterior e afastando quadros camarários com provas dadas.”

(Joaquim Judas, Expresso, 5.1.19)

“Foi mesmo o sonho de todos os presos que aqui estiveram [na Fortaleza de Peniche]. Um dia poderem ser libertados e terem à sua espera uma multidão.”

(José Pedro Soares, Público P2, 6.1.19)

“Insisto: em nome da liberdade de expressão e do combate ao populismo não é de todo legítimo inverter a lógica mais elementar do debate político — ou qualquer outro debate civilizado — e banalizar a promoção de criminosos e agentes assumidos da intolerância e do ódio como interlocutores normais.”

(Vicente Jorge Silva, Público, 6.1.19)

“Os professores, apesar de lutarem muito, nunca prejudicaram os alunos. Quem mais temprejudicado os alunos têm sido os governos com as suas políticas.“

(Mário Nogueira, Correio da Manhã, 6.1.19)

“Portugal é dos países onde menos alunos passam para o superior.»

(Manchete, Público, 7.1.19)

“O perigo, o elefante na sala, está na tentativa de criar uma massa eleitoral capaz de apoiar eleitoralmente ideias fascistas – ainda que o não sendo – a partir da normalização do seu discurso e da assunção da sua terminologia.”

(Tiago Mota Saraiva, i, 7.1.19)

“Na verdade, as redes sociais não elegeram Trump, ou Bolsonaro. Ajudaram, mas os piores populistas são catapultados pela programação tabloide das televisões e pela informação-entretenimento que entrou na luta pelas audiências.”

(Paulo Baldaia, Jornal de Notícias, 8.1.19)