Campanhas do PCP para construir o futuro

Sob o lema «Avançar é preciso», o PCP editou um folheto que hoje, 6, começa a ser distribuído numa acção de esclarecimento até 14 de Dezembro.

No documento afirma-se a necessidade da alternativa patriótica e de esquerda por um Portugal com futuro e valoriza-se o facto de o Orçamento do Estado (OE) para 2019 consolidar «o conjunto de medidas aprovadas nos últimos três anos», impedir «novas regressões» e dar «novos passos». Todas as «medidas positivas, apesar de limitadas e insuficientes, são inseparáveis da luta dos trabalhadores e do povo português e da intervenção decisiva do PCP», refere-se ainda.

Como «elementos positivos» que o OE adoptou, destaca-se, por exemplo, o aumento extraordinário das pensões de reforma em 10 euros pelo terceiro ano consecutivo a partir de Janeiro, o alargamento do abono de família para crianças entre três e seis anos e a redução do valor do passe social nos transportes públicos.

Porque «o caminho é o da valorização do trabalho e dos trabalhadores», os comunistas reclamam, entre outras propostas, o aumento geral dos salários, incluindo do Salário Mínimo Nacional para 650 euros, a partir de Janeiro de 2019; a regulação dos horários de trabalho e a sua redução para as 35 horas semanais para todos, sem perda de direitos; a defesa da Segurança social pública e universal, assegurando a diversificação das suas fontes de financiamento e os direitos de gerações futuras.

A 13 e 14 de Dezembro, o Partido promove uma outra acção, sobre o tema «Direitos, desenvolvimento, soberania. Libertar o País da submissão ao Euro e às imposições da UE», que contará, no primeiro dia, com a participação de Jerónimo de Sousa. Para além do Secretário-geral e de outros dirigentes do PCP, na acção estarão envolvidos os deputados comunistas no Parlamento Europeu.


 



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