“Os portugueses resmungam, muitas vezes com razão, contra o SNS. É bom que o façam, desde que não se esqueçam da noite tenebrosa de onde vieram».”

(Maria Filomena Mónica,
Expresso, 1.12.18)

“Quando nasci, os pobres da aldeia do meu avô nasciam e morriam sem jamais terem visto um médico.”

Idem, Ibidem

“Famílias gastaram este ano 20 milhões com vacinas da menigite B e rotavírus»

(Manchete do i,
3.12.18)

“Agora que estamos a dias de celebrar os 70 anos da adopção da declaração [Universal dos Direitos Humanos], fui relê-la com os óculos de Salazar. Era simplesmente impossível assiná-la. Cada uma das 30 alíneas é uma facada directa no coração do ditador.”

(Bárbara Reis,
30.11.18)

“O recuo do Estado de muitas áreas e atividades (...), permite hoje a alguns sectores privados, que o substituíram, exercer, nas áreas em que intervêm, um poder absoluto sobre a sociedade que é de difícil controlo e, ainda mais, de difícil regulação.”

(António Cluny,
i, 4.12.18)

“O mais curioso é que são precisamente aqueles que mais insistiram no desenvolvimento de tal modelo económico que hoje se queixam da falta de resposta e responsabilização do Estado pelos acontecimentos, por vezes trágicos, que se vão sucedendo.”

Idem, ibidem

“Numa dúzia de anos, a CIMPOR passou de grupo de referência, maior multinacional com capitais portugueses, internacionalizada e parte do top 10 mundial das cimenteiras, para empresa que acumula prejuízos”.

(Pedro Adão e Silva,
Expresso, 1.12.18)

“Em Lisboa, esta privatização do planeamerto [venda de património público e/ou concessão] tem vindo a ser o método prefencial de construção de cidade.”

(Tiago Mota saraiva,
i,3,12.18)