“Se a guerra acabar amanhã, volto amanhã para a Síria.”

(Mahmoud Ahmed,
Público, 1.11.18)

“O cavaquismo foi em grande parte uma recuperação de muitos dos valores sociais, de organização da sociedade do próprio salazarismo.”

(Manuel Loff,
i, 1.11.18)

“Já em 2000 o que se pagava por mês por uma casa arrendada em Lisboa era cinco vezes mais do que se se comprasse a mesma casa.”

(Tiago Mota Saraiva,
i, 2.11.18)

"Só nas ruas à minha volta houve quase 400 novos registos [alojamento local]. Prédios inteiros a seguir a prédios inteiros onde não mora ninguém. Os turistas saem à rua, cruzam-se com turistas, falam com turistas, almoçam e jantam com turistas."

(Bárbara Reis,
Público, 2.11.18)

 

“(...) Portugal integra o ‘Top 3’ dos países onde os trabalhadores levam mais trabalho de

casa.”

(Michael Page,
Jornal Económico, 2.11.18)

 

“Defender a tortura, tratar as mulheres como seres inferiores, execrar os homossexuais, defender a violência pura e simples contra a violência, elogiar a ditadura imposta em 1964 são razões suficientes para uma enorme preocupação (e uma grande tristeza) sobre o que pode acontecer no Brasil.”

(Teresa de Sousa,
Público, 4.11.18)

“Moro é ministro de um presidente que ajudou a eleger quando impediu Lula de se candidatar (sabendo-se que era aquele que recolhia, nas sondagens, mais intenções de voto).

(Rui Sá,
Jornal de Notícias, 5.11.18)