Convenção preocupa FNAM

A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) vê com «séria preocupação» a realização da «Convenção Nacional de Saúde», hoje e amanhã, para definir o futuro do sector em Portugal.

Para esta iniciativa – promovida por um «conselho superior» constituído por cerca de 70 instituições oriundas dos mais diversos sectores – não foram convidadas organizações sindicais, nem estruturas que se têm empenhado na defesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

As apreensões da FNAM adensam-se quando estão ausentes do debate temas como cuidados de saúde primários, saúde pública e cuidados continuados. Em causa pode estar um modelo de saúde concorrencial entre prestadores públicos e privados, subvertendo o princípio de complementaridade do sector privado, convencionado e social, consagrado na Constituição da República Portuguesa e na Lei do SNS (56/79).

 



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