“O sucesso crescente de Portugal na atracção de residentes estrangeiros, designadamente pensionistas de países do Norte e centro da Europa, não é capaz de contrariar os movimentos demográficos estruturais.”

(Cristina Casalinho,

Jonal de Negócios, 4.5.18)

“A História julgará a minha lei  [dos despejos] .”

(Assunção Cristas,
Expresso, 5.5.18)

“Já não há praticamente media livres na Hungria.”

(Márton Gergely,
Expresso, 5.5.18)

“Se não houver Orçamento [para 2019] aprovado, aí coloca-se um problema muito complicado, que seria o reinício do processo orçamental, e provavelmente aí teria de se pensar duas vezes sobre se faz sentido não antecipar as eleições.”

(Marcelo Rebelo de Sousa,
Rádio Renascença/Público, 6.5.18)

“O orçamento alemão é tão pouco europeu quanto os défices excessivos da Grécia.”

(Wolfgang Münchau,

Diário de Notícias, 7.5.18)

“A descapitalização e o elevado endividamento das empresas sempre foi um «calcanhar de Aquiles» do nosso tecido empresarial, caracterizado por pequenas e médias empresas de cariz familiar.”

(João Antunes,
Jornal de Negócios, 8.5.18)

“Presidente não manda recados ao Governo pelos jornais.”

(António Costa,
ECO, 8.5.18)

“Só o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, elogiou a decisão de Trump [de romper o acordo com o Irão], vincando que é esta que melhor defende os interesses do seu país.”

(Rita Siza,
Público, 9.5.18)