“O populismo é o pai da mediocricidade e a mediocricidade é a mãe da pobreza.”

(Luís Montenegro,
Público, 6.4.18)

 

“Nós existimos para governar e transformar o país.”

(Idem, Diário de Notícias, 6.4.18)

 

“A cultura continua a viver em estado de emergência.”

(Rui Vieira Nery,
Negócios, 6.4.18)

 

“Nem sequer existe um Ministério da Cultura, há um ministro sem Ministério próprio que está perdido nos meandros da presidência do Conselho de ministros.”

(Idem, ibidem)

 

“E se de repente há uma conjuntura económica que até permite um orçamento português com 3% de ‘superavit’? Prefiro baixar os impostos e ficar com um ‘superavit’ de 0,5%.”

(Rui Rio,
Lusa, 6.4.18)

 

“O custo da energia (...) penaliza a produção e as famílias.”

(Bruno Bobone,
Expresso, 7.4.18)

 

“O ordenado mínimo é miserável.”

(Idem, ibidem)

 

“Este ministro [da Cultura] é uma inexistência política. Um erro de casting.”

(Marques Mendes,
SIC, 8.4.18)

 

“Atenção à evolução dos salários, não queremos desperdiçar a competitividade conquistada nos anos anteriores.”

(William de Vijlder,
Negócios, 9.4.18)

 

“Uma economia que não é capaz de gerar capitais próprios está condenada.”

(Carlos Costa,
Eco, 9.4.17)

“Montenegro facturou 400 mil euros em ajustes directos de autarquias do PSD.”

(Título do JE,
10.4.18)