Guardas prisionais

Terminou no dia 28 de Fevereiro a greve de sete dias às horas extraordinárias no Estabelecimento Prisional de Lisboa, a qual teve uma adesão praticamente total dos 180 guardas prisionais, como disse à agência Lusa nessa quarta-feira o presidente do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional. Jorge Alves precisou que a greve, iniciada dia 22, afectou todo o serviço que deveria ser realizado entre as 16 e as 19 horas.

Contra a imposição dos novos horários de trabalho e a forma como tem actuado o director-geral da Reinserção e dos Serviços Prisionais (cuja demissão foi exigida, dia 16 de Fevereiro, numa vigília junto à direcção-geral), a greve realizou-se apesar do clima de intimidação instaurado, que é visível na instauração de processos disciplinares a 16 guardas prisionais que recusaram realizar trabalho extraordinário.

 



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