Aconteu
Desemprego recua em Portugal e na UE

A taxa de desemprego recuou no mês de Dezembro na zona euro e na UE, com Portugal a registar a terceira maior quebra entre os estados-membros, segundo dados divulgados, dia 31, pelo Eurostat.
Na zona euro, a taxa de desemprego diminuiu um por cento face ao período homólogo de 2016 (8,7% contra 9,7%).
Na União Europeia (UE), a taxa de desemprego caiu quase na mesma proporção (de 2% em Dezembro de 2016 para os 7,3%).
Em Portugal o indicador caiu de 10,2 para os 7,8 por cento, ou seja, a terceira maior descida depois da Grécia (de 23,3% para 20,7% – dados de outubro) e da Croácia (de 12,5% para 10%).
A República Checa (2,3%), Malta e a Alemanha (3,6% cada) tiveram as menores taxas de desemprego em dezembro e a Grécia (20,7%) e Espanha (16,4%) as maiores.
No total, 17,9 milhões de pessoas continuam desempregadas na União Europeia, das quais 14,1 nos países do euro. Em 2013, no pico da crise, estes números eram de 26,6 milhões e de 19,4 milhões, respectivamente.
Em Portugal, o desemprego atinge agora 401,5 mil pessoas, contra 887 mil em Abril de 2013.


Relançada petição contra comissões bancárias

A Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (Deco) relançou, dia 1, a petição que exige o fim das comissões bancárias quando não há serviço prestado, como na manutenção das contas à ordem e no pagamento dos créditos habitação.
A Deco decidiu prolongar a iniciativa, que já recolheu mais de 17 mil assinaturas, depois de a Caixa Geral de Depósitos, juntando-se a outros bancos, ter voltado a anunciar o aumento das suas comissões.
A associação pretende que o Governo ou a Assembleia da República impeçam a cobrança de comissões bancárias injustificadas, lembrando que estas custam aos portugueses «cinco milhões de euros por dia, cerca de 150 milhões por mês ou quase dois mil milhões de euros por ano».


Dívida pública aumentou em 2017

A dívida pública portuguesa situou-se em 242,6 mil milhões de euros no final de 2017, um aumento de 1,6 mil milhões de euros face a 2016, de acordo com os dados do Banco de Portugal (BdP), divulgados dia 1.
«Para este aumento contribuiu o acréscimo dos títulos de dívida pública (de 9,4 mil milhões de euros) e dos certificados do Tesouro (de 3,8 mil milhões de euros)», refere o banco central.
Estas variações foram em parte compensadas pelo reembolso antecipado de aproximadamente dez mil milhões de euros de empréstimos ao Fundo Monetário Internacional.


Sporting vence europeu de corta-mato

Os atletas do Sporting conquistaram, no domingo, 4, os títulos masculino e feminino na Taça dos Campeões Europeus de corta-mato, disputada em Mira, no distrito de Coimbra.
Em masculinos, o queniano Davis Kiplangat arrebatou a vitória individualmente, tendo pontuado ainda para os leões Rui Pedro Silva (6.º), Rui Teixeira (7.º) e Licínio Pimentel (11.º), totalizando 25 pontos.
Antes, já a equipa feminina se tinha sagrado campeã europeia, depois de Jessica Augusto ter cortado a meta em segundo lugar. Sara Moreira terminou no quinto posto, Inês Monteiro no sétimo e Svetlana Kudzelich no oitavo.


SPA distingue cantor Diogo Piçarra

O compositor e cantor Diogo Piçarra, de 27 anos, vai receber o Prémio José da Ponte, segundo anunciou, dia 31, a Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), que promove o galardão.
Natural de Faro, Diogo Piçarra iniciou-se na música aos 17 anos quando criou a banda Fora da Bóia, que durou até 2011.
Em 2012, venceu a 5.ª edição do concurso televisivo «Ídolos», obtendo uma bolsa de estudo na London Music School e a possibilidade de gravar um álbum para a Universal Music. Em 2015, o músico apresentou o seu primeiro álbum, «Espelho», seguindo-se, no ano passado, o álbum «Dois», escrito e composto pelo próprio cantor.


Romance de Ó Pacheco apresentado em Lisboa

O novo romance de Francisco do Ó Pacheco, «O Despontar do Elefante com Pés de Barro», foi apresentado, dia 3, na Casa do Alentejo, em Lisboa, numa sessão promovida pela editora Página a Página, que contou com a presença do autor.
A obra, que já tinha sido lançada na Festa do Avante!, fala-nos da luta e resistência do povo de Sines, entre 1968 e 1974, durante o período marcelista da ditadura fascista, contra a construção do complexo industrial, que expropriou terras, destruiu casas e originou profundas transformações na vida da vila.



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