“Independentemente de lhe desejar [a Rui Rio] toda a sorte e de poder contribuir e ajudar a que o PSD com ele possa vencer as eleições não serei seguramente uma das figuras da sua direcção política.”

(Luís Montenegro,
TSF, 17.1.18)

“Ao fim de 32 anos de adesão à União Europeia, os factos comprovaram que o bom aluno atrai bons ventos e o mau aluno atrai tempestades.”

(Cavaco Silva,
Expresso, 18.1.18)

“Era o tempo em que se faziam acordos de concertação social e eram cumpridos.”

(Idem, ibidem)

“Como cidadão e como cientista, fico surpreendido com o número de incêndios que deflagram à noite.”

(Filipe Duarte Santos,
Negócios, 19.1.18)

“Vivemos numa civilização em que há uma aceleração do tempo. Tudo tem de ser rápido. A natureza não funciona assim.”

(Idem, ibidem)

“Há no 'Super Nanny' uma exploração da criança nunca vista.”

(Rosário Farmhouse,
Expresso, 20.1.18)

“Sinto-me muito desconfortável com as fugas ao segredo de Justiça.”

(António Henrique Gaspar,
Diário de Notícias, 21.1.18)

“A esperança dos republicanos é de que Trump desapareça ao pôr do sol.”

(Ken Kollman,
Diário de Notícias, 22.1.18)

“Com sanções não haverá espaço em Angola para as empresas portuguesas.”

(João Traça,
Negócios, 22.1.18)

“Consumidores pouparam um milhão com queixas à Deco.”

(Manchete do Público,
23.1.18)

“O nosso sector [construção] foi fustigado pelo governo anterior. Se tinha que ser? Acho que não.”

(Manuel Reis Campos,
Negócios, 23.1.18)