“[Fim da declaração do IRS em papel] É uma medida que entra de supetão, que nem vem acompanhada de um esclarecimento público.”

(Manuel Faustino,
Negócios, 4.1.18)

 

“Santana Lopes teve um exercício como primeiro-ministro que correu manifestamente mal, se o candidato a primeiro-ministro for Santana Lopes todas essas fragilidades voltam ao de cima.”

(Rui Rio,
RTP1, 4.1.18)

 

“O Dupond e Dupont não somos nós os dois. És tu [Rui Rio] e o António Costa. São quase siameses.”

(Santana Lopes,
Ibidem)

 

“O objectivo do presidente do PSD é ser primeiro-ministro. Os militantes do PSD devem procurar escolher aquele que tem melhores condições para isso.”

(Rui Rio,
Ibidem)

 

“Eu sou daqueles que não pensa que nós [PSD] precisamos de nos reencontrar a nós próprios.”

(Santana Lopes,
Ibidem)

 

“No caso concreto da Fundação O Século, não sei o que se passa, mas está a haver um empolamento e exploração de situações, o que me parece tendencioso no sentido de descredibilizar um sector que é extremamente importante e a que Portugal deve muito.”

(Padre Lino Maia,
Lusa, 5.1.18)

 

“[A Santa Casa da Misericórdia] Não deveria entrar [no Montepio], o negócio da banca é arriscado. Meter dinheiro dos pobres nos bancos é uma aventura.”

(Marques Mendes,
SIC, 7.1.18)

 

“Não conseguiram [Rio e Santana] demonstrar que são credíveis.”

(José Eduardo Martins,
Diário de Notícias, 8.1.18)

 

“Continua a ser importante ter à mão o baú dos conceitos marxistas para actualizar a leitura crítica do capitalismo global.”

(Elísio Estanque,
Público, 9.1.18)