Greve forte na Cruz Vermelha

A greve dos trabalhadores do Hospital da Cruz Vermelha Portuguesa, em Lisboa, começou com níveis de adesão entre 80 e 90 por cento. O número foi avançado por um dirigente do Sindicato da Hotelaria do Sul, estrutura que convocou a paralisação de dias 4 e 5, em conjunto com o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses e o Sindicato dos Profissionais de Farmácia e Paramédicos.

Fernando Pinto disse à agência Lusa que na segunda-feira, no turno da noite, além dos serviços mínimos obrigatórios, apenas entraram ao serviço dois trabalhadores, contratados a recibos verdes. No turno da manhã apontou para uma adesão próxima de 80 por cento, na globalidade dos trabalhadores (enfermeiros, auxiliares, administrativos e farmácia).

Os trabalhadores, que já tinham feito greve em Junho, lutam em defesa do acordo de empresa, que o HCVP denunciou em Novembro de 2015, e para que este abranja todos os profissionais subcontratados. Um processo negocial iniciado em Fevereiro de 2016 não sai do impasse.

Com os trabalhadores em luta, além de dirigentes do sindicato e da Fesaht, estiveram dia 4 o Secretário-geral da CGTP-IN, Arménio Carlos, e Ana Mesquita, deputada do PCP.

 



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