“O governo legítimo da Catalunha foi preso pelas suas ideias e por ter sido leal ao mandato aprovado pelo parlamento.”

(Carlos Puigdemont,
Twitter, 2.11.17)

 

“Estamos perante um despropósito jurídio que não tem precedentes nas democracias europeias.”

(Ada Colau,
Público, 3.11.17)

 

“Para contrariar a desertificação humana, deveria o Estado assumir, como função de soberania, os custos da ocupação mínima do território, sustentando a manutenção de serviços essenciais no interior.”

(Vítor Bento,
Diário de Notícias, 3.11.17)

 

“A direita não sabe ver uma reforma estrutural, mesmo quando ela lhe entra pelos olhos dentro.”

(Vieira da Silva,
Assembleia da República, 3.11.17)

 

“Seria bom que houvesse um projecto único, ou o mais único possível [da direita] em Portugal.”

(Diogo Feio,
Expresso, 4.11.17)

 

“O Bloco de Esquerda está mortinho para ir para o Governo.”

(Marques Mendes,
SIC, 5.11.17)

 

“A reforma que promove maior competitividade no país não é a baixa dos salários e isso foi o grande erro da troika em Portugal.”

(Manuel Caldeira Cabral,
Negócios, 6.11.17)

 

“[Não se diga] que qualquer aumento do salário mínimo vai pôr em causa a competitividade do país.”

(Idem, ibidem)

 

“Quando se diz que este Orçamento [do Estado] não é amigo das empresas, o que se poderia dizer é que não é amigo dos grandes accionistas (...) e não é amigo dos rentistas, daqueles que vivem das rendas, daqueles que enriquecem a dormir.”

(Carlos Carvalhas,
TSF, 7.11.17)

 

“A melhor notícia para a esmagadora maioria das empresas é o aumento do poder de compra das famílias e o relançamento do investimento.”

(Idem, ibidem)

 

“É altura de discutirmos a criação de um novo PPR.”

(José Galamba de Oliveira,
Negócios, 30 .10.17)

 

“Não imagino que o governo espanhol tenha de pedir a extradição de Puigdemon.”

(Rafael Catalá,
Diário de Notícias, 31 .10.17)