Solidariedade com a Venezuela

Com o objectivo de fortalecer e dinamizar o movimento de solidariedade com a Venezuela bolivariana, realizou-se, de 16 a 19 de Setembro, uma jornada internacional em Caracas.

O Encontro Mundial de Solidariedade promovido pelo governo da República Bolivariana da Venezuela, dirigido pelo presidente Nicolás Maduro, decorreu sob o lema «Todos Somos Venezuela». Nele participaram delegações oriundas de todo o mundo, representando partidos políticos, organizações e movimentos sociais, religiosos e sindicais, e comités nacionais ou locais de solidariedade com a Venezuela, tendo sido avançadas múltiplas possibilidades e propostas de trabalho para a dinamizar.

A iniciativa constituiu um importante momento na resistência e denúncia da tentativa de isolamento internacional a que a Venezuela está a ser sujeita, em resultado do bloqueio económico, financeiro, político e diplomático promovido pelos EUA contra aquele país, sob o habitual e falacioso pretexto da «defesa» da «liberdade» e da «democracia».

Nesta jornada, os cerca de 200 convidados de 60 países tiveram a oportunidade de escutar muitos dos principais responsáveis políticos da República Bolivariana da Venezuela e de participar em variados painéis de debate, questionando, contribuindo com opiniões e aumentando o seu conhecimento sobre alguns dos projectos e programas económicos e sociais do governo bolivariano.

O presidente Nicolás Maduro e o presidente Evo Morales, do Estado Plurinacional da Bolívia, assim como ministros do governo bolivariano e deputados da Assembleia Nacional Constituinte, dirigiram-se ao Encontro. Durante a sua estada na Venezuela, os convidados estrangeiros tiveram a oportunidade de visitar urbanizações construídas no âmbito da Missão «Vivienda», contactando com a população e as suas organizações locais, assim como unidades de produção da União Cívico-Militar, onde contactaram com trabalhadores.

O PCP fez-se representar por Miguel Tiago, deputado do PCP na Assembleia da República, que levou a solidariedade dos comunistas e do povo português ao povo venezuelano e ao seu processo bolivariano, de defesa e afirmação da soberania nacional, de construção de uma democracia popular e comunal, de desenvolvimento económico e de progresso social, de paz, amizade e cooperação com os povos da América Latina e das Caraíbas e de todo o mundo.




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