Aconteu
Banca cobra mil milhões em comissões

Os cinco principais bancos a operar em Portugal cobraram aos seus clientes 964 milhões de euros em comissões nos primeiros seis meses do ano.
Segundo noticiou a RTP, dia 7, a cobrança de comissões já representa cerca de 40 por cento das receitas dos bancos, contribuindo fortemente para o saneamento de balanços e apresentação de lucros.
No referido período, o BCP encaixou mais de 330 milhões de euros (um acréscimo de dez milhões relativamente ao período homólogo), o Santander cobrou 166,5 milhões de euros em comissões (mais 5%), seguindo-se o Novo Banco com 156,3 milhões (um aumento de 10,5%) e o BPI, com 86 milhões de euros.
A Caixa Geral de Depósitos apresentou receitas em comissões de 225 mil milhões de euros, montante semelhante ao do período homólogo (224 milhões). No entanto, o banco público já anunciou que, a partir de Setembro, pretende eliminar as isenções a milhares de clientes.


Acidentes de trabalho fazem 200 vítimas

A Autoridade para as Condições no Trabalho (ACT) registou este ano mais de 200 acidentes de trabalho, dos quais 62 com vítimas mortais e 142 considerados graves.
A maior parte das empresas onde ocorreram acidentes de trabalho mortais (15 casos) são microempresas (1-9 trabalhadores) e na maioria dos casos os trabalhadores tinham contrato de trabalho sem termo.
O sector de actividade mais atingido foi o da construção, com 19 acidentes com vítimas mortais, seguido pelas indústrias transformadoras (16), de acordo com os dados da ACT, actualizados a 31 de Julho.


Alojamento turístico aumenta receitas em 18%

A actividade de alojamento turístico registou uma subida de 11,6 por cento nas dormidas em 2016, para 59,4 milhões, enquanto as receitas totais cresceram 18,1 por cento, para 3,1 mil milhões de euros, segundo dados divulgados, dia 4, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
O sector de alojamento turístico (hotelaria, turismo no espaço rural e de habitação e ainda o alojamento local) totalizou 21,3 milhões de hóspedes e 59,4 milhões de dormidas, correspondendo a aumentos de 11,1 e 11,6 por cento.
Em 2015, o número de hóspedes tinha aumentado 10,9 por cento e as dormidas 9,1 por cento, recorda INE.


Jovens portugueses brilham na patinagem artística

A equipa portuguesa arrecadou 15 medalhas no Campeonato da Europa de Patinagem Artística, que terminou, dia 5, em Roana, Itália.
Com seis medalhas de ouro, seis de prata e três de bronze, Portugal foi segundo país mais medalhado, a seguir ao país anfitrião (52 medalhas), e à frente da Alemanha (10), da Espanha, (8), da Eslovénia (3), da Roménia e da França (ambos com uma medalha).
No Combinado em Cadetes, Diogo Nogueira foi primeiro e Mariana Silva segunda. Em Juvenis, também em Combinado, Daniela Marques chegou ao ouro. As duplas Flávia Ferra/ Diogo Moreira, em Pares de Dança Cadetes, e Catarina/Diogo Craveiro, em Pares Artísticos, conquistaram o bronze.
Em Juniores, Maria Beatriz Sousa e José Cruz venceram em Solo Dance, enquanto Francisco Silva alcançou a prata. Em Pares de Dança as duas duplas portuguesas fizeram também a dobradinha. Em Seniores, Pedro Walgode conquistou o seu primeiro ouro europeu. Os irmãos Souto classificaram-se em segundo lugar em Solo Dance e em Pares de Dança.


CM de Peniche reabilita Forte da Consolação

A Câmara de Peniche assinou, dia 7, o Auto de Cedência de Utilização e Aceitação do Forte da Praia da Consolação, como o objectivo de recuperar e abrir ao público este monumento nacional.
Segundo declarou à agência Lusa o presidente da autarquia, António José Correia, as obras deverão ficar prontas até ao final do ano, permitindo a instalação de dois espaços interpretativos e museológicos, «um dedicado ao património geológico do concelho» e outro «ao património histórico militar da região de Peniche, no qual esta fortificação se integra».
No local ficará ainda um posto de informação turística e uma sala multiusos com cafetaria. A entrada será gratuita.
Os trabalhos de reabilitação são financiados a 85 por cento por fundos comunitários, mas a autarquia, além de arcar com os restantes 15 por cento, terá de pagar uma renda anual de oito mil euros à Direcção Geral do Tesouro e Finanças pela utilização do espaço, que se estava a degradar.
O Forte de Nossa Senhora da Consolação foi mandado edificar em 1641 por D. João IV e ficou concluído em 1645, integrando-se no conjunto de fortificações contra o desembarque hostil na enseada.



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