Hotelaria e turismo pela contratação colectiva

Dezenas de trabalhadores, dirigentes e activistas de sindicatos da Federação dos Sindicatos de Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal (FESAHT) protestaram, dia 6, em Lisboa, contra a inacção do Governo na defesa da contratação colectiva. Na iniciativa que começou a meio da manhã frente ao Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (onde foi entregue uma moção), e prosseguiu à tarde junto ao Ministério da Economia e Secretaria de Estado do Turismo, exigiu-se a revogação da norma que admite a caducidade das convenções laborais em vigor.

«Este Governo está já há dois anos no poder e não fez nada. Não se pode empurrar tudo para a Concertação Social», acusou Francisco Figueiredo, da FESAHT, citado pela Lusa, para quem a alteração à legislação laboral imposta pelo anterior governo PSD/CDS deu ao patronato uma «bomba atómica» que agrava sobremaneira a exploração a que estão sujeitos os trabalhadores do sector, a respeito da qual, por outro lado, as autoridades ardam em agir, acrescentou.

 



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