Não foi o Estado que falhou [na questão dos incêndios] (...), foi a política que Passos, Portas e Cristas, sua ministra da Agricultura, aplicaram também com tanto zelo e em relação à qual o Governo do PS tem dificuldades de se descolar.”

(Jerónimo de Sousa,

Lusa, 6.7.17)

 

É perfeitamente claro, tanto para a Rússia como para a China, que qualquer tentativa de justificar o uso da força [na Coreia do Norte] através de uma resolução do Conselho de Segurança é inaceitável, pois teria consequências imprevisíveis nesta região que faz fronteira com a Federação Russa e a República Popular da China.”

(Serguei Lavrov,

Público, 6.7.17)

 

A Dilma [Rousseff] começou a cair quando criou a Comissão Nacional da Verdade, quando propôs um ajuste de contas efectivo (…) com as velhas elites, com a velha ditadura.”

(António Espinosa,

Idem, Ibidem)


Paremos um pouco para pensar: afinal, o que separa Trump dos seus críticos atlantistas? Não são estes que querem o reforço do gasto militar? Não é o que repete o secretário-geral da NATO? E não é essa a grande campanha de Trump, exigindo aos seus aliados na NATO que gastem pelo menos 2% do PIB em defesa?”

(Manuel Loff,

Público, 8.7.17)

 

As relações sino-russas são as melhores de sempre.”

(Xi Jinping,

Expresso, 8.7.17)

 

Demissões deixam comando do Exército reduzido a um terço.”

(Título do JN,

9.7.17)

 

Muitos membros da chamada geração millennial na América dedicam-se a combater o fascismo e os neonazis. Significa que sabem que há uma fatia da sua geração que está do outro lado.”

(Aamir Mufti,

Público, 9.7.17)


 

Durante muitos anos, a Rússia tem mostrado a sua preocupação por a NATO estar a mudar as suas infraestruturas para mais perto das nossas fronteiras (...). Se a adesão da Ucrânia for outro passo nesta direção, não irá ajudar à estabilidade e segurança na Europa.”

(Dimitry Peskov,

Idem, Ibidem)