Eu nunca tive estado de graça, porque uma parte do centro direita ansiava pela dissolução, primeiro, e esperava a queda do Governo por razões financeiras ou económicas (…), e a esquerda olhava com reservas de peso para um Presidente de direita.”

 

(Marcelo Rebelo de Sousa

Público, 9.3.17)

 

Defendo que o governador [do Banco de Portugal] devia ser nomeado pelo Presidente, por indigitação do Governo. E que o presidente do conselho de auditoria devia ser nomeado pela Assembleia da República – o que significa que não excluo, em nada, o Governo do processo.”

 

(Carlos Costa,

Ibidem)

 

O nosso entendimento é que a actuação do doutor Carlos Costa enquanto governador do Banco de Portugal foi uma atitude correcta.”

 

(Maria Luís Albuquerque,

Lusa, 9.3.17)

 

O Estado Novo chegou podre ao fim. Este não está podre, mas com sinais evidentes de disfunções.”

 

(Rui Rio,

Ibidem)

 

Nas transferências para as ‘offshore’, os impostos já foram pagos, o problema é a origem do dinheiro.”

 

(Paulo Ralha,

i, 10.3.17)

 

A grande maioria das declarações só poderiam ser fiscalizadas durante o atual Governo.”

 

(António Leitão Amaro,

Lusa, 10.3.17)

 

Há limites para a criação de factos políticos alternativos.”

 

(Eurico Brilhante Dias,

Ibidem)

 

Passos Coelho não conseguiu encontrar o registo de ser líder da aposição.”

 

(Mira Amaral,

Negócios, 13.3.17)

 

Auditor alerta para "buraco" de 107 milhões na dona do Montepio.”

 

(Manchete do Público,

14.3.17)