Breves
ALMADA
Novo Centro de Saúde

Em Almada, a Comissão de Freguesia do Feijó tem em curso uma campanha pela construção de um novo Centro de Saúde na freguesia. Os comunistas consideram que que tal equipamento faz falta, uma vez que os residentes no Feijó têm que se deslocar ao Centro de Saúde de Santo António do Laranjeiro, que ainda por cima funciona em instalações insuficientes para servir a população de ambas as freguesias. «Para além de instalações muito apertadas para um Centro de Saúde que tem como objectivo servir 46 796 utentes, a falta de pessoal é notória, o tempo de espera por uma consulta é enorme e as salas de espera estão sempre a abarrotar», denuncia a estrutura partidária. A acrescer a tudo isto, o PCP considera «uma vergonha» o facto de só cerca de metade destes quase 50 mil utentes terem médico de família. Lembrando que a Câmara Municipal de Almada já cedeu um terreno para a instalação do novo Centro de Saúde, o Partido exige do Governo a sua célere construção, apelando à população para que se junte nesta justa reivindicação.


ALMEIDA
Manter o balcão da CGD

A Comissão Concelhia de Almeida do PCP está contra o possível encerramento da agência da Caixa Geral de Depósitos, inserido no chamado «programa de reestruturação», que inclui o encerramento de balcões e agências. Chamando a atenção para o facto de Almeida ser sede de concelho e de a CGD promover, aí, um importante serviço público a «milhares de pessoas e também a algumas micro, pequenas e médias empresas», o PCP lembra outra função social do banco público, muito sentida no concelho: «é através da Caixa que muitos reformados recebem e gerem as suas reformas, num concelho com grande índice de envelhecimento», salienta a Comissão Concelhia. Assim, um eventual encerramento desta agência seria muito prejudicial para as populações, que se veriam privadas de mais um serviço público de proximidade. Como bem lembra o PCP, Almeida e os concelhos vizinhos sofrem já hoje muito com o desaparecimento de diversos serviços públicos, pelo que o fecho da agência da Caixa Geral de Depósitos agravaria ainda mais as assimetrias regionais e o despovoamento.


FARO
Requalificar em vez
de demolir

A Assembleia Municipal de Faro aprovou, no dia 6, uma moção apresentada pela CDU na qual se exige uma reorientação, por parte do Governo, do rumo de actuação da Sociedade Polis Litoral Ria Formosa SA, que conta agora com um novo Conselho de Administração. Para o PCP, a sociedade deve reconhecer o «valor social, económico, histórico e cultural dos núcleos urbanos das ilhas-barreira» e pôr fim ao processo de demolição de habitações, avançando em vez disso com a requalificação de todos os núcleos urbanos e dos espaços balneares. Este reconhecimento deve ter expressão legal, no Plano de Ordenamento da Orla Costeira Vilamoura-Vila Real de Santo António, acrescenta-se. A moção foi aprovada por maioria com nove votos contra, do PS.