“O Tratado de Mastricht (...) provocou este desequilíbrio enorme no espaço da União entre países mais e menos desenvolvidos. (...) Uma moeda partilhada por todos (...) só podia dar errado.”

(Santana Lopes,
Negócios, 16.2.17)

 

“Ainda hoje me interrogo como foi possível chegar onde cheguei.”

(Cavaco Silva,
Diário de Notícias, 17.2.10)

 

“[No relatório da Amnistia Internacional sobre alegadas execuções na Síria] afirma-se que a esmagadora maioria das entrevistas foi feita a pessoas que se encontram na Turquia, na Europa, na Jordânia ou nos EUA.”

(Alexandre Guerreiro,
Público, 17.2.17)

 

“Ou seja, que se encontram em territórios que têm insistido fortemente na campanha em favor da queda de Assad.”

(Idem, ibidem)

 

“E assim, de forma leviana, lápis atrás da orelha e com base em suposições, se afirma que morreram 5 mil a 13 mil.”

(Idem, ibidem)

 

“Hoje temos comentadores que dão notícias sem qualquer verificação, anda muito político a atrapalhar o tráfego e a fazer contrabando de informação.”

(Carlos Magno,
RTP2, 17.2.17)

 

“É curioso que tudo [questão das mensagens entre António Domingos e Centeno] tenha começado num jornal onde Lobo Xavier é administrador – e isto não acontece por acaso.”

(Idem, ibidem)

 

“Os dados ao longo de 2017 poderão obrigar o Governo a rever em alta as estimativas de crescimento.”

(Manuel Caldeira Cabral,
Expresso, 18.2.17)

 

“A estratégia do Governo está a resultar.”

(Idem, ibidem)

 

“O que os portugueses querem saber é por que é que chegámos a uma situação em que é necessária uma recapitalização tão forte da Caixa Geral de Depósitos.”

(Ferro Rodrigues,
Diário de Notícias, 19.2.17)

 

“António Saraiva, presidente da CIP (Confederação Industrial de Portugal), vulgarmente conhecido como “líder dos patrões”, veio defender a reestruturação da dívida nacional – colando-se politicamente ao PCP e ao Bloco de Esquerda.”

(João Lemos Esteves,
Sol, 20.2.17)