“Ainda não percebi se querem dar cabo da Caixa de vez ou se não estão interessados em colaborar na sua recuperação. Qualquer um dos cenários é absolutamente inaceitável.”

(Manuela Ferreira Leite,
TVI24, 9.2.17)

 

“Espera-se que o Presidente da República seja uma espécie de madre Teresa de Calcutá, que espalha amor fraterno e paternal.”

(Marcelo Rebelo de Sousa,
Lusa, 9.2.10)

 

“Se a Alemanha não mudar as suas crenças económicas – e não perceber que elas só são compatíveis com a posse de uma moeda própria que possa revalorizar-se – o euro constituirá duradouramente um forte travão ao potencial de crescimento europeu.”

(Vítor Bento,
Diário de Notícias, 10.2.17)

 

“Portugal é a maior história de sucesso da Europa no PISA.”

(Andreas Scheicher,
ibidem)

 

“Apesar das belezas da Constituição americana [os EUA são] também um país fundado em dois enormes crimes: o genocídio dos indígenas e a escravatura durante 350 anos. É obsceno.”

(Paul Auster,
Público, 10.2.17)

 

“Olhamos o princípio da caducidade como um instrumento para evitar a cristalização das relações laborais como se tinha transformado durante décadas.”

(Vieira da Silva,
Assembleia da República, 10.2.17)

 

“Valorizar a contratação colectiva exige a reposição do princípio do tratamento mais favorável ao trabalhador e o fim da caducidade na lei.”

(Rita Rato,
ibidem)

 

“Portugal vive uma experiência inédita.”

(Marcelo Rebelo de Sousa,
El País, 12.2.17)

 

“Deste Governo não se conhece nenhuma ideia sobre reforma do Estado.”

(Passos Coelho,
Renascença, 12.2.17)

 

“Gostamos muito de nos comparar com a Espanha, Itália ou Irlanda; a questão é que qualquer um destes países não está em grau especulativo, nós estamos.”

(Cristina Casalinho,
Público, 13.2.17)

 

“O PSD, nervoso, acha que só a guerra total serve aos seus interesses.”


(Fernando Sobral, ibidem
Negócios, 14.2.17)