“Meus senhores, esta noite vão fazer o vosso regresso [da Roménia] e eu também vou daqui para Portugal e só há uma coisa que vos desejo: um bom o-ó.”

(Cavaco silva,
Lusa, 18.6.15)

 

“Esse período pacífico pós-Guerra Fria já acabou. Porque há cada vez mais crises a eclodir em volta da Europa.”

(Tomasz Siemoniak, ministro da Defesa da Polónia,
Ibidem)

 

“Um acordo [com a Grécia só será possível] se estiverem adultos na sala.”

(Christine Lagarde,
Público, 19.6.15)

 

“ O famigerado 'Grexit' [saída da Grécia da zona euro] não pode ser uma opção (…) Será o princípio do fim da zona euro.”

(Alexis Tsipras,
Lusa, 19.6.15)

 

“O António José Seguro (...) está apenas de licença sabática e um dia voltará ao activo.”

(Álvaro Beleza,
Expresso, 20.6.15)

 

“[PSD, CDS e PS estão unidos] num estranho e cúmplice silêncio (...) quanto a a estes três temas fundamentais: das águas, dos transportes e dos fundos comunitários.”

(Rui Moreira,
Correio da Manhã, 21.6.15)

 

“É claríssimo, hoje, que todas as nossas apostas foram certeiras e apostas ganhas.”

(Assunção Cristas,
Público, 22.6.15)

 

“Já não devem restar dúvidas sobre o erro trágico que foi o lançamento do euro.”

(Luciano Amaral,
Correio da Manhã, 22.6.15)

 

“Subsídio de desemprego. Estado paga cada vez menos e a menos pessoas.”

(Manchete do Diário de Notícias, 23.6.15)

 

“Quem vota nos socialistas portugueses arrisca ser governado pelos espanhóis.”

(Nuno Melo,
Diário Económico, 23.6.15)

 

“Exemplo da estreita colaboração é o facto de eu e o primeiro-ministro Passos Coelho nos deslocarmos juntos, já a seguir, para Bruxelas.”

(Mariano Rajoy,
Público, 23.6.15)