“Pedimos um documento que continha as contas do BES e da Rioforte, mas não eram as verdadeiras como agora sabemos.”

(Carlos Tavares, pres. da CMVM Dinheiro Vivo, 24.7.14)

“Os títulos foram vendidos com base em informação não verdadeira.”

(Idem, ibidem)

“Como foi possível? Iludindo.”

(Idem, ibidem)

“Agora deixem-me à vontade. Não tenho planos por enquanto. Não se metam na minha vida, esqueçam que eu existi. Deixem-me em paz.”

(Alberto João Jardim, Expresso, 26.7.14)

“Não percebi o convite para as europeias.”

(Idem, ibidem)

“O BES foi o banco que mais investiu na comunicação social na última década. A estratégia nunca foi inocente.”

(Nicolau Santos, ibidem)

“Em Portugal, o capitalismo bancário, pelo menos em dois casos, que foram os maiores, o capitalismo bancário não deu certo.”

(Mercelo Rebelo de Sousa, TVI, 27.7.14)

“Parece que a PT desde 2001 aplicava no GES. Não deixa de ser curioso não se saber disso até hoje.”

 (Idem, ibidem)

“Avaliação de unidades de investigação destrói parte do sistema científico.”

(António Cruz Serra, Diário de Notícias, 27.7.14)

“O modelo das contrapartidas [na compra de equipamento militar] foi desenvolvido para convencer a opinião pública de que a compra de material militar era neutra. As contrapartidas [eram] imaginá- rias.”

(Álvaro Santos Pereira, Porto Canal, 28.7.14)

“Santos Pereira veio dizer o que já se sabia(...) estas 'contrapartidas' são negógios feitos a fingir.”

 (Eduardo Dâmaso, Correio da Manhã, 29.7.14)

“Só não disse que todos eles são negócios de luvas muito chorudas.”

(Idem, ibidem)

“Desobedecer ao Banco de Portugal pode valer pena de prisão.”

(Manchete do Diário Económico, 29.7.14)

“Uma soma de medidas não é uma estratégia [contra a pobreza].”

(Sérgio Aires, Público, 29.7.14)