No Porto e no País
Saúde mais inacessível

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Os comunistas do distrito do Porto contactaram, no dia 27, os utentes dos vários hospitais do distrito denunciando o aumento das taxas moderadoras. Nas conversas que foi possível manter, os dirigentes, activistas e eleitos do Partido constataram o aumento das dificuldades de acesso aos cuidados de Saúde por via não apenas dos custos com as taxas e medicamentos, mas também dos cortes no apoio ao transporte de doentes e do encerramento de centros de Saúde e extensões, serviços de atendimento permanente (SAP), urgências hospitalares e outras valências.

Os comunistas afirmaram ainda que os portugueses são, em média, os que mais pagam do seu próprio bolso pelos cuidados de Saúde a nível europeu, para além do que descontam por via dos impostos, facto desconhecido de grande parte dos utentes. Em média, os portugueses suportam mais de 30 por cento da despesa total em Saúde, num total de mais de 1300 euros por ano.

Denunciou-se ainda o facto de o actual ministro da Saúde estar ligado à banca e aos seguros de Saúde e de, à frente do Ministério, estar a preparar caminho para a liquidação do Serviço Nacional de Saúde e o crescimento desta área de negócio para o grande capital.



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