Páginas do internacionalismo proletário

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As páginas do Avante!, órgão Central do Partido Comunista Português, são expressão do internacionalismo proletário que norteia a acção do Partido. Criado no impulso da revolução de Outubro, o PCP, e por dever assumido o seu jornal, consolidaram-se como baluartes da solidariedade para com os povos que, nos territórios soviéticos e depois em todos os continentes, derrubaram o sistema baseado na exploração substituindo-o pela soberania e o progresso proletários.

Assim, durante as décadas de 30 e 40 do século passado, encontramos no Avante! os avanços da construção do socialismo no primeiro Estado de camponeses e operários do mundo e os seus ensinamentos políticos e ideológicos, fundamentais para formar gerações nos princípios do marxismo-leninismo.

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Destacada, neste período, também a luta dos povos contra a ascensão da barbárie nazi-fascista. Só no periódico comunista é possível encontrar o curso das guerras Civil Espanhola e Mundial. Só no nosso jornal se denunciou a natureza de classe destes conflitos imperialistas, a sua sanha contra o movimento operário e a URSS, estandarte dos povos na luta e triunfo sobre a expressão mais violenta do capitalismo e, posteriormente, exemplo e sólido apoio na edificação de democracias populares.

A vitória das forças progressistas tiveram forte impacto no combate ao colonialismo e ao imperialismo. Nas décadas após a II Guerra Mundial, encontramos no Avante! a luta dos povos pela emancipação nacional e social em África - com destaque para os movimentos que nas então colónias ultramarinas portuguesas faziam sua a bandeira da luta contra a ditadura fascista em Portugal -, na Ásia ou na América Latina.

E mesmo quando no dobrar do novo século muitos capitularam perante a falsa tese do fim da História, decretada pelos que sonham com o fim da luta de classes e a domesticação das organizações revolucionárias empenhadas em transformar o modo de produção opressor e irracional, foi e é no Avante que os trabalhadores e os povos têm espaço e voz, facto evidente quando mais uma crise do capitalismo mostra os limites do sistema, desnudando que a resposta ao agravamento da exploração, ao domínio do capital financeiro e à guerra, é o socialismo e o comunismo.

 




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