Polícias manifestam-se

Assumindo-se «frontalmente contra este plano de austeridade e as suas consequências para os profissionais das forças de segurança», a Comissão Coordenadora Permanente dos Sindicatos dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança (CCP) decidiu que na greve geral de 24 de Novembro os agentes deverão ter «uma postura preventiva e pedagógica perante os cidadãos», em solidariedade com a luta geral dos trabalhadores.

Os profissionais da GNR, PSP, Polícia Marítima, Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, guarda prisional e ASAE também participarão na manifestação nacional da Função Pública, a 6 de Novembro.

O «congelamento das carreiras, pondo em risco as perspectivas de futuro profissional de milhares de homens e mulheres», e «as repercussões ao nível do serviço prestado, tendo em conta a desmotivação reinante, que é transversal a todos os profissionais das forças e serviços de segurança» serão «um rude golpe no incentivo que poderia ser uma carreira que conta com cada vez menos candidatos, mesmo em tempo de crise profunda», refere-se numa nota de imprensa, divulgada dia 15, após a reunião da coordenadora.



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