«Um estudo sobre a situação dos agregados familiares portugueses (…) conclui que quase um terço das famílias vive numa espécie de limbo [à beira da pobreza] (…) Isto no mesmo Portugal onde (…) a lista de milionários portugueses subiu em 2009 de 10.400 para 11 mil.»

(Editorial, Público, 28.06.10)

 

«O crescimento dos salários reais na UE a 27 [no período 2004/2008] foi 7,3 vezes superior ao registado em Portugal e o da Alemanha 6,8 vezes mais»

(António Vilarigues, Público, 25.06.10)

 

«Em 1998, era Guterres primeiro-ministro, Portugal tinha o mais baixo poder de compra da Europa a 15 (…) Veio Durão, depois Santana, depois Sócrates e, 12 anos mais tarde, o poder de compra dos portugueses em vez de aumentar... diminuiu, sendo em 2009 já só de 78% da média europeia.»

(Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 25.06.10)

 

«Isto enquanto, tirando Malta, todos os países que tinham, como Portugal, poder de compra inferior à média europeia convergiram com essa média ou a ultrapassaram. Durante esses gloriosos anos, fomos governados ora pelo PS, ora pelo PSD e CDS coligados. Não há dúvida de que estivemos bem entregues.»

(Idem, ibidem)

 

«O mais cómico deste nó cego é que dias e dias de negociações “dramáticas” acabarão por gerar exactamente aquilo que o Governo deseja: SCUT pagas em todo o país.»

(João Pereira Coutinho, Correio da Manhã, 26.06.10)

 

«Governo e PSD ensaiam fugas para a frente nas SCUT, resolvendo problemas com outros problemas»

(Editorial, Público, 24.06.10)

 

«Cavaco Silva disse uma vez que os livros de Saramago lhe desagradavam porque tinham demasiadas vírgulas. As explicações com que o Presidente da República justificou a sua ausência do funeral de Saramago tinham demasiadas reticências»

(Ricardo Araújo Pereira, Visão, 24.06.10)

 

«A circunstância de não ter uma relação próxima com os homenageados nunca impediu o Presidente da República de estar presente nas cerimónias de Estado. Por exemplo, Cavaco comparece sempre nas cerimónias comemorativas do 25 de Abril, embora mal conheça a data e não seja propriamente amigo dela.»

(Idem, ibidem)