Sargentos em unidade
As comemorações do 31 de Janeiro de 1891, promovidas pela Associação Nacional de Sargentos em duas dezenas de localidades, decorrem «num clima de enorme insatisfação, preocupação e incertezas quanto ao futuro» e constituem «uma oportunidade privilegiada para o necessário debate e esclarecimento, bem como para darmos pública conta da nossa unidade e determinação». No programa de iniciativas que assinalam o Dia Nacional do Sargento (cuja oficialização o PCP vai voltar a propor na AR, onde as restantes forças políticas têm votado contra), a ANS destaca a que teve lugar no passado sábado, em Lisboa, no salão da Voz do Operário. A propósito dos 119 anos da «revolta do Porto», a associação realça que os sargentos «tiveram um papel de enorme relevância e significado histórico, nem sempre devidamente reconhecido». Este facto levou a que «há muito» o dia 31 de Janeiro seja assumido pelos sargentos como o seu dia nacional. As preocupações de hoje prendem-se com a crise e os sacrifícios que continuarão a ser exigidos, a julgar por aquilo que se conhece do Orçamento do Estado para 2010, mas igualmente com uma «nova ordem legislativa», afectando matérias como a assistência social, o sistema retributivo e as carreiras.


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