Lisboa
CDU contra «modernidades» arrasadoras
A Câmara de Lisboa prepara-se para abater todos os espécimes arbóreos de alinhamento das laterais do Jardim do Príncipe Real.
Uma situação que a CDU condena e, em nota de imprensa, denuncia. «Como se a ignorância deslumbrada na busca de “modernidades” mal copiadas no estrangeiro não bastasse, a Câmara de Lisboa propõe-se colocar em lugar uma bordadura de gravilha, totalmente inadequada a um espaço com elevada ocupação de tráfego pedonal, nomeadamente com a realização semanal de um mercado de produtos biológicos, que atrai a este espaço várias centenas de pessoas», acusam os comunistas, que defendem, tal como consta no seu programa eleitoral, «a necessidade de valorizar os jardins históricos, atendendo à sua riqueza patrimonial e cultural».
No dia 12 de Novembro, PS, PSD, CDS, «Cidadãos por Lisboa» (Helena Roseta) e «Lisboa é Muita Gente» (Sá Fernandes) aprovaram a fixação das taxas do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) no seu máximo legal.
Em oposição, a CDU apresentou uma outra proposta, chumbada pelos seus adversários, que defendia a baixa dessas mesmas taxas.


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