Breves

ODIVELAS
<em>Metro</em> não substitui a <em>Carris</em>
O PCP considera que as declarações do ministro das Obras Públicas sobre a adaptação da rede de transportes no concelho devido à «extensão do Metro» são «desajustadas e reveladoras de desconhecimento da realidade de Odivelas. A Comissão Concelhia de Odivelas do Partido realça a importância do Metro mas reafirma que este não substitui a Carris. E acusa o ministro de conhecer as razões pelas quais não substitui…
Em primeiro lugar, destacam os comunistas, o Metro inicia a circulação às 06.30 e termina à 1 hora da manhã. Segundo o PCP, «muitas profissões não se “encaixam” nestes horários», devido às leis laborais que o PS tem decidido.
O facto de o Metropolitano ficar à entrada de Odivelas e, dessa forma, não servir toda a população do concelho, constitui uma razão adicional para a posição do PCP. Os comunistas consideram ainda que a população do concelho é discriminada, já que o Metro para Odivelas custa mais 30 cêntimos do que para a estação do Sr. Roubado. Também o passe social é mais caro, denuncia a concelhia comunista.

MADEIRA
Conhecer os problemas
O deputado do PCP no Parlamento Europeu Pedro Guerreiro participou nos dias 26 e 27 de Janeiro em várias iniciativas na Região Autónoma da Madeira (RAM). Entre estas, destacam-se vários encontros com pescadores do peixe-espada preto, que se revelaram de especial interesse dado que o PCP apresentará diversas propostas no Parlamento Europeu e na Assembleia Legislativa da Madeira, por forma a salvaguardar o futuro deste espécie. O deputado comunista deixou a garantia de que será dada particular atenção à exigência dos pescadores para que se efectuem paragens biológicas obrigatórias durante o período de desova.
Esta jornada de trabalho na RAM foi igualmente aproveitada por Pedro Guerreiro para diversos contactos com bananicultores, inteirando-se assim dos problemas que os afectam, nomeadamente no que concerne aos constantes atrasos verificados, por parte das cooperativas de produtores de banana da Região, nos pagamentos devidos a estes agricultores, uma situação que se tem tornado cada vez mais frequente.

PAÇOS DE FERREIRA
<em>Luteme</em> tem que laborar
A Comissão Concelhia de Paços de Ferreira do PCP está solidária com os oitenta trabalhadores da Luteme, fábrica de pensos cirúrgicos, contra a possibilidade de ficarem no desemprego. Os comunistas denunciam uma situação «estranha e pouco clara» entre a empresa e o Infarmed, a que os trabalhadores são alheios, e que pode causar graves prejuízos aos trabalhadores.
Acusando o Governo de não possuir qualquer política de desenvolvimento económico – o que se traduz na destruição sistemática do aparelho produtivo –, os comunistas de Paços de Ferreira apelam aos trabalhadores para que lutem em defesa dos seus postos de trabalho. E manifestam, da sua parte, toda a disponibilidade para intervir nos órgãos em que estão representados.